Grávida pode carregar peso? Saiba quem pode e quem não pode!

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Tão comum quanto a pergunta “quando o meu bebê vai mexer dentro da barriga?” é o questionamento de muitas mães sobre a questão: “será que grávida pode carregar peso?”. A dúvida faz mesmo sentido, afinal, com o peso extra do bebê e toda a responsabilidade de carregá-lo pra lá e pra cá dentro da barriga, deve-se avaliar se é realmente recomendado carregar a mesma intensidade de peso que antes.

Para tirar essa dúvida, nesse post eu reuni informações para confirmar se grávida pode carregar peso mesmo ou não – e quais os cuidados que os médicos têm indicado, segundo sites especializados. Vem ver!

Imagem: 123RF

Grávida pode carregar peso?

Quando falamos de uma gravidez sem complicações (aquelas que não são consideradas de risco), a indicação de boa parte dos médicos é que não há problemas se a grávida carregar peso. A atitude não irá prejudicar o bebê, contudo, vale a atenção da mãe quanto ao seu próprio bem-estar: se for notado desconforto (como dores musculares) quando carrega peso, o melhor é evitar essa atitude.

Já para aquelas mulheres com gravidez de risco (como uma gestação de gêmeos, ou quando há perigo de parto prematuro), a contraindicação em carregar peso é uma realidade. Isso porque a pressão abdominal aumenta quando carregamos peso, o que pode gerar contrações nessas gestantes.

Veja também: Você sabe quais tratamentos estéticos podem ser mantidos na gravidez?

Cuidados para a grávida carregar peso

De maneira geral, a indicação médica é que, por volta da 30ª semana, a grávida evite carregar mais de 10 quilos, para não sobrecarregar a coluna. Na verdade isso pode até ocorrer naturalmente, uma vez que, pelo peso da barriga, passa a ficar mais difícil carregar pesos excessivos (você pode sentir dificuldades e dor nas costas).

Mas, infelizmente, essa notícia não é das melhores para quem tem um filho mais velho, que pode acabar pedindo colo… Nesse caso uma dica é fazer o seguinte: ao pega-lo, dobre os joelhos e mantenha a coluna reta (não se curve), ou então pegue a criança já “no alto” (como a partir do colo de alguém).

Também vale lembrar que embora haja poucas restrições quanto ao carregamento de peso para gravidez de baixo risco, atividades físicas de alto impacto e muito intensas devem ser evitadas. Mas isso não é motivo para deixar os exercícios de lado na gestação: que tal apostar em práticas suaves, mas igualmente benéficas, como a caminhada, o pilates ou o yoga?

Tudo isso, claro, respeitando sempre os limites do seu corpo e as recomendações dos profissionais de saúde que acompanham o seu pré-natal. Sem abusos, combinado?


 



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