A influência da cor no quarto do seu filho

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Desde pequena sou apaixonada por cores e por sua influência no ser humano. Não é muito bacana pensar que ao visualizar uma cor você ativa uma série de reações no seu corpo? Isso acontece porque as cores são frequências vibratórias, que são captadas pelos olhos e estimulam diferentes grupos de neurônios no cérebro de uma pessoa – independente de ser um adulto, uma criança ou um bebê. Há cores que acalmam, outras que nos agitam; há cores que transmitem sensação de conforto, outras que favorecem a criatividade. Já pensou que ao escolher a cor do quarto do seu bebê, ou do seu filhote mais crescidinho, você pode estimulá-lo de diferentes formas?

Para os bebês, especialistas costumam recomendar tons pasteis, que atuam de forma mais branda sobre o sistema neurológico em formação. Isso quer dizer que você não possa usar tons quentes e estimulantes, como o vermelho ou laranja? Não, claro que não. A dica nesse caso é utilizar essas cores em acessórios, complementos, e não em paredes inteiras ou grandes áreas do quarto (como as cortinas). Assim você evita que o cérebro do bebê seja sobrecarregado (o que poderia causar, por exemplo, problemas crônicos de sono).

Em geral, podemos dividir as cores em quentes (como o vermelho, o amarelo, o rosa, o laranja) e frias (como o azul e o verde). E a própria escolha da cor do quarto do bebê – por tons quentes ou frios – também diz muito sobre o estado emocional da mãe (e, acredito eu, sobre a sintonia que ela estabelece com o filhote na barriga). Ao determinar que a decoração será predominantemente quente, é como se ela preparasse o quarto para ser um local alegre; quando prefere os tons frios, está optando por maior tranquilidade ao ambiente.

Pensando assim, não seria bacana utilizar diversas cores na decoração, para que o ambiente seja equilibrado? Não sou especialista no assunto, mas por tudo o que li a respeito, acredito que seja uma boa alternativa. E usar o branco em tudo? Nesse caso pode faltar estímulo ao bebê (lembrando que os pequenos são naturalmente curiosos e atraídos pelas cores, principalmente as primárias – o amarelo, o vermelho e o azul. Expô-los às cores de forma natural contribui para o desenvolvimento de seu sistema visual).

Agora é a hora de conhecer um pouco mais sobre a influência de cada cor no ambiente! Vem dar uma espiadinha:

Vermelho: é uma cor quente e energética, que estimula com facilidade (por isso deve ser usada com parcimônia). Em pequenas doses, dá ao ambiente um ar de modernidade.

Rosa: é a mistura do vermelho com o branco, por isso com estímulo mais brando. Remete ao romantismo e à delicadeza, quando usado na forma pastel. Em tons mais intensos, traz vivacidade ao ambiente.

Imagem: champagne.chic via Compfight cc

Imagem: champagne.chic/Creative Commons

Amarelo: uma de minhas cores favoritas para quartos de criança, porque é um ativador da criatividade e do raciocínio. Também ajuda na sensação de conforto e segurança. Muitos dizem que abre o apetite (ideal para os filhotes que não comem bem).

Imagem: Jug Jones via Compfight cc

Imagem: Jug Jones/Creative Commons

Azul: é a cor da calma e da serenidade, por isso favoreceria o sono do bebê (quando usado nas paredes do quarto). Entretanto, há estudos que dizem que utilizar luz azul no quarto de crianças tem um efeito contrário – ela diminuiria o tempo médio de sono por noite (prefira uma lâmpada comum com dimer). Em excesso, pode levar à introspeção.

Imagem: jacreative via Compfight cc

Imagem: jacreative/Creative Commons

Verde: é a cor da natureza, por isso acalma o sistema nervoso. É relacionado à sensação de satisfação e de esperança.

Imagem: Josh Bozarth via Compfight cc

Imagem: Josh Bozarth/Creative Commons

Lilás: é uma cor purificadora, relacionada à espiritualidade. Em ambientes, favorece a tranquilidade, mas o excesso pode levar à melancolia.

 

 

 




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