Você já ouviu falar em Crianças Índigo e Cristal? Coincidência ou não, nas últimas semanas ouvi diversos grupos de mães falando sobre elas! Você acredita que o planeta possa estar recebendo nas últimas décadas gerações especiais, com o objetivo de transformá-lo em um local mais evoluído? Pois é exatamente sobre isso que vamos conversar hoje.

As expressões  “Crianças Índigo” e “Crianças Cristal” apareceram pela primeira vez em um livro da parapsicóloga Nancy Ann Tapple, chamado “Compreendendo a sua Vida Através da Cor”.  Nele, a autora procurou demonstrar através de seus estudos que a aura de uma pessoa está diretamente relacionada com sua personalidade e interesses. Até aí, parece não haver novidade. Porém, a conclusão da obra é que, de tempos em tempos, nascem na Terra gerações de crianças com a mesma cor de aura e que possuem padrões de comportamento parecidos. E que isso se daria para promover a evolução da humanidade.

Assim, o termo “Crianças Índigo” se refere à geração de crianças de aura azul, nascidas a partir dos anos 70-80, e que agora estariam com cerca de trinta anos. São pessoas tidas como pioneiras, desbravadoras, agentes de transformação que provocarão, por meio de atitudes, mudanças em todos os setores da sociedade, pois não aceitam proibições sem argumentos, nem velhos padrões inúteis. Em outras palavras, elas estão aqui para pôr termo aos sistemas de governo, educacionais e legais que não têm integridade. Para fazer isto elas precisam de temperamentos e determinação impetuosa. Muitos explicam, por exemplo, que a onda de manifestações que vêm ocorrendo no Brasil e no mundo são reflexo da personalidade dessa geração (será?). Os índigos lideram lutas para abrir novos rumos, e, apesar de sua natureza contestadora, são indivíduos sensíveis, talentosos, amorosos e intuitivos.

Depois da chegada dos Índigo, uma nova geração de crianças teria nascido após o ano 2000: a Cristal. Seu principal objetivo é levar o planeta ao próximo nível de evolução, para revelar-nos o nosso poder interior e divindade. Crianças Cristal possuem características peculiares, como bondade e generosidade extremas – que fazem delas uma poderosa força de amor na Terra. Elas funcionam como uma consciência de grupo em vez de individuais, e vivem pela “Lei da Unidade” ou Consciência de Unidade. São hipersensíveis, possuem telepatia acentuada e são como ímãs, pois todos querem estar perto delas. As Cristal seriam realmente “transparentes e falariam a linguagem da alma”, por isso a dificuldade em dizer não, ou se irritar com elas.

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A descrição das crianças Cristal não para por aí. Muitos relatam que uma das caraterísticas mais marcantes dessa geração é o olhar – profundo, compreensivo, hipnotizante. Algumas demoram para falar, embora seja fácil entender o que querem. Quando bebês, são tão sensíveis que, ao detectar algum energia “pesada”, chorariam exaustivamente. Nascem com uma sabedoria difícil de se explicar, e estão preparadas para o mundo com internet, com seu pensamento rápido e capacidade de executar múltiplas funções simultâneas. São alegres e naturalmente se preocupam com pessoas carentes.

Existem uma série de vídeos no YouTube sobre o assunto, mas eu recomendo uma entrevista da Jovem Pan Online com Valdeniza Sire, psicóloga e revisora de diversas obras sobre o tema. Achei bem interessante, principalmente quando ela comenta que um dos grandes desafios dos pais dessas gerações é estabelecer uma nova forma de comunicação, onde não se impõe simplesmente uma ordem, e sim explica-se a razão por trás dela (se tiver dez minutinhos livres, vale a espiada – clique aqui).

Claro que depois de ler sobre o assunto, fiquei me perguntando se nossos filhos seriam Crianças Cristal. Aliás, seríamos nós, mães e pais de trinta e poucos anos, adultos Índigo? Acho que não teremos a comprovação científica. Mas gosto de pensar que estamos aqui ajudando a construir um planeta melhor para todos, independentemente de sermos ou não.

E você, o que acha?