Livros de maternidade: úteis ou angustiantes?

Por 7 Comentários


Algum tempo atrás, eu conversava com uma amiga sobre os primeiros meses do pós-parto, quando chegamos a um ponto em comum – nós havíamos devorado alguns livros sobre maternidade – e eles não haviam resolvido nossos problemas. Ali estavam duas mães que haviam tentado entender como cuidar de um filho por meio de todas as informações teóricas disponíveis, até que perceberam que, na prática, tudo pode ser muito diferente.

livros de maternidade

Nos livros, os filhos acabam aprendendo a dormir, deixam de fazer birra, param de fazer xixi na cama! E na vida real? É possível que você fique frustrada, achando que não foi hábil o bastante para colocar as dicas em prática. Daí ser muito comum encontrar dois grupos de mães – o daquelas que amam os livros; e o outro, das que se descobriram angustiadas diante de tanta informação, que simplesmente não funcionavam em suas casas.

No vídeo do canal do Mil Dicas de Mãe no YouTube dessa semana, eu falo exatamente sobre isso! E conto quais foram os principais livros que li, e minha opinião sobre eles! Vem dar uma espiadinha!

(Se não estiver vendo o vídeo clique na imagem)

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Comentários (7)

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  1. Caroline disse:

    Oi Nívea! Sou mãe de um lindo garotinho de 1 ano e 4 meses e acompanho seu blog desde a gestação. Também gosto muito de ler, e durante a gravidez tentei me informar sobre o universo materno, até então desconhecido pra mim. De todos os livros e textos que li durante as 40 semanas, sinceramente, o que mais me ajudou foram os blogs sobre maternidade. Comecei a perceber que as informações dos livros eram técnicas demais, e, por vezes, pouco condizentes com a nossa rotina. Não mostrava a “vida como ela é”. Como sou médica, informações sobre a parte fisiológica da gestação, do parto, não me acrescentavam muito. Mas como foi útil e tranquilizador saber que a amamentação é difícil pra quase todas no início, que muitas vezes o amor de mãe não nasce junto com o bebê, que se sentir sozinha e chorar sem motivo nos primeiros dias é normal. Enfim, coisas que muitas mães passam e que nós nem ficamos sabendo até ter nosso filho. Acho que o ideal é buscar o máximo de informação e saber adapta-las a nossa rotina e necessidades do nosso bebê. O instinto materno é muito importante pra isso. O que é mais adequado para o meu bebê e para mim? E seguir seu instinto e seu coração.
    Adoro o blog, sempre arrumo um tempinho pra ler!

    • Nívea Salgado disse:

      Oi, Caroline,

      Que delícia receber seu comentário! E melhor ainda é saber que os posts são úteis para uma pessoa tão bem formada 🙂

      Grande beijo!

  2. Eu li esses 3 livros. Claro que tenho ressalvas sobre todos eles, mas eu sou dessas pessoas que prefere ter a informação para verificar se ela faz sentido na prática. Me sinto mais segura em fazer do meu jeito tendo lido sobre outros jeitos antes 🙂
    Ah! Também recomendo o livro “Filhos” da Associação Brasileira de Pediatria.

    • Nívea Salgado disse:

      Também acho o livro “Filhos” fantástico! Pena que não me lembrei de falar dele no vídeo, mas tenho um post no blog que vale a leitura.
      Beijos!

  3. Shirley R. Bizutti Merlotto disse:

    Olá! Eu leio muito no site Baby Center e em outros blogs, assim como o seu. Livros mesmo só comprei um que é O “Nasceu, e agora?” da Stephanie Sapin-Lignieres e recomendo muitooo. Mas concordo (acredito) com você Nívia que os livros e outros meios de informação são apenas informativos e não como solução de todos os problemas. Mas também acho que são informações importantes que agregam para uma mãe de primeira viagem.
    Parabéns pelo blog e pelo canal. bjs

  4. Nazaré Brito disse:

    Mais importante do que as fórmulas de como fazer seu bebê dormir, mamar, comer, não fazer xixi na cama, não fazer birra (a birra é importante e um bom sinal quando acontece na época certa) é ter um olhar para o seu bebê e descobrir suas necessidades e atende-las, dentro das características dele. Entender suas fases!
    Os bebês são pessoas, têm dignidade. Precisam ser tratados dentro das suas características e não com fórmulas pré-determinadas, como se todos fossem iguais.
    Sou autora de livro e tive muito cuidado quando escrevi meu livro “Cuidando do Bebê”, por isso optei por fazer um livro com noções práticas sobre o aleitamento materno, cuidados práticos e introdução de alimento. Acho que a mãe precisa de noções práticas, claras e diretas.
    Não abordei comportamento pois acho que isso deve ser avaliado caso a caso.
    As mães percebem seus bebês como ninguém e na maioria das vezes sem precisar de livros. As vezes precisam de orientações sim, mas que seja levando em conta a individualidade tanto da mãe como do seu bebê.

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