As fãs de Working Moms não podem deixar de assistir Turma do Peito (The Letdown, em inglês). O seriado que também está disponível na Netflix, relata o puerpério e a maternidade ao pé da letra. Sem floreios e romantização, a personagem principal Audrey é uma mãe de primeira viagem com uma bebê de dois meses. 

Ela enfrenta os desafios comuns (e que quase todo mundo vai se identificar) da maternidade. Como a dificuldade para amamentar, a privação do sono, a vida social em crise. Com direito a um parceiro estressado e afundado no trabalho, um grupo de mães do bairro e até um traficante querendo dar pitaco no seu instinto maternal – o humor é garantido. 

A série é curtinha, são sete episódios com aproximadamente 30 minutos cada um. Perfeitos para assistir na hora da academia ou enquanto lava louça. Mesmo que leve, Turma do Peito aborda reflexões relevantes não apenas para os pais, mas para os parentes, amigos e rede de apoio. Como a pressão do julgamento, o excesso de pitacos na decisões de uma mãe, a nostalgia da vida e das responsabilidades antigas… O play vale para todo mundo, não apenas para as mamães e futuras mamães! 

Turma do Peito – A importância de procurar conteúdos sobre maternidade real 

Turma do Peito

Cena do seriado Turma do Peito. Foto: Netflix

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Você já ouviu falar em pré-natal psicológico? Ele é o exercício mental e de olhar para as futuras mamães. A necessidade de controle, a falta de apoio e a falta de identificação podem ser prejudiciais para a experiência materna de uma mulher. Sendo porta de entrada para questões como depressão pós-parto. 

Conteúdos como Turma do Peito, que dão aquela sensação de “eu não sou a única que passo por isso”, ajudam as mulheres a fugirem da maternidade e da gestação idealizada, da necessidade de controlar todo processo. E, ajudam com que seja aceita a maternidade real, humanizada – a vida como ela é! 

A escolhas dos conteúdos para consumir enquanto grávida, assim como a escolha das pessoas que farão parte desse momento com você é super importante para a sua saúde e do bebê. Cada mulher terá seu jeito único de ser mãe, mas a identificação, o apoio – e porque não algumas risadas? – ajudam que o processo seja mais sobre auto aceitação do que culpa e cobrança. 

Planejar é bom, mas aceitar as coisas da maneira que elas precisam acontecer é ainda melhor e mais libertador. Audrey, de Turma do Peito, nos ensina que está tudo bem passar por tudo isso, sentir saudades de algumas coisas como eram antes, e fazer “tudo errado” ao contrário do que manda o caderninho da maternidade. 

A série já promete uma segunda temporada, repleta de aventuras, quem sabe mais um bebê e o resgate da carreira profissional de Audrey. Quem está pronta para maratonar e se inspirar?