Chegou o momento em que você faz a pergunta: “estou grávida e agora?” E eu sinceramente parabenizo você por este evento. 😘

Para todas, isso acontece de maneiras diferentes: muito esperado ou inesperado. Em qualquer caso, uma mulher após essas notícias experimenta uma enorme gama de emoções e experiências.

mulher grávida preocupada

mulher grávida preocupada – Foto: Freepik

Quando descobri que estava grávida, foi uma notícia muito boa para mim. Mas, apesar do evento planejado, enfrentei uma série de perguntas assustadoras que não tinham resposta.

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O que fazer a seguir? Posso comer tudo agora? E o quê, quando e por quê…? E, portanto, eu ficaria muito grata naquele momento se alguém me tranquilizasse e dissesse: calma!

Descubra agora o que fazer!

1 – Não entre em pânico e seja feliz 🤰

Você descobriu que está grávida, então simplesmente seja feliz. Agora, apenas emoções positivas.

Em seguida, quando o primeiro teste de farmácia dá positivo, há quem prefira comprar um segundo e refazer para comprovar a gravidez. Contudo, a gestação só é mesmo confirmada por meio de um exame de sangue (o beta-hcg).

estou grávida e agora

estou grávida e agora – Foto: Freepik

Para pedi-lo, você deve ir ao seu ginecologista informando que desconfia da gravidez, para que ele recomende o exame.

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Se este der positivo, aí sim, pode ter certeza que tem um bebê a caminho!

Atenção: se você já teve casos de aborto, é importante também fazer um segundo exame beta-hcg, para ver se há evolução da gestação.

Em geral a quantidade do hormônio detectada no exame dobra a cada 48 horas, e seu médico pode pedir para que você o repita para analisar se o embrião está se desenvolvendo bem.

2 – Conte as pessoas mais importantes para você

Chegou o momento em que você faz a pergunta: “estou grávida e agora?”. Bem, depois de se certificar de que está grávida, você pode contar a seu marido e à família sobre a gravidez. Se a gravidez não for planejada, seja paciente.

grávida e pai

grávida e pai – Foto: Freepik

Diga primeiro ao seu cônjuge. Dê-lhe tempo para entender a notícia. Então depois você pode contar para sua família.

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Muitas mulheres esperam até 3-4 meses, elas contam apenas as mais próximas e depois contam a todos.

Acho que essa é uma decisão totalmente justificada, o primeiro trimestre costuma ser o mais importante e difícil tanto para o bebê quanto para você.

3 – Pare de tomar medicamentos e qualquer tratamento

Se você está tomando algum medicamento ou está em algum tratamento, pare com urgência. Vá ao seu médico na clínica pré-natal e informe ao médico sobre a gravidez.

4 – Comece a ouvir a si mesma

mulher grávida

mulher grávida – Foto: Freepik

A gravidez é um momento em que você ouve sua voz interior com mais clareza do que nunca. Ela o protege de tudo que é prejudicial e perigoso. Ouça tudo o que essa vozinha diz incondicionalmente.

5 – Estou grávida e agora? Inicie o pré-natal

Gravidez comprovada e obstetra escolhido, é hora de marcar a primeira consulta para dar início ao pré-natal. Para isso, vá preparada: anote o primeiro dia da sua última menstruação (para, assim, ajudar o profissional a calcular a provável data do parto).

Também pense antecipadamente nas perguntas para fazer a ele e, caso você já tenha um desejo de parto específico (domiciliar, por exemplo), é bacana verificar se o médico atende dessa maneira, para não precisar trocar de obstetra depois.

Gestante no pré-natal

Crédito: Freepik

Uma medida que seu médico certamente tomará já no primeiro atendimento a você, como gestante, é a recomendação do consumo de ácido fólico, que contribui enormemente para a boa formação do feto já no início da gravidez. Esse nutriente em geral faz parte de suplementos vitamínicos completos, que suprem a necessidade aumentada da grávida.

6 – Faça os primeiros exames

Logo no primeiro trimestre é recomendada uma série de exames para detectar disfunções e doenças, tanto na mãe quanto no bebê (e, assim, dar início a tratamentos e cuidados antes do parto, para preservar a saúde de ambos).

Mais exames de sangue, assim como testes rápidos, de urina e os primeiros ultrassons são indicados nessa fase (com cerca de 6 ou 7 semanas você já conseguirá escutar o coração do bebê). A lista completa de exames obrigatórios para uma gravidez de baixo risco, você confere aqui.

7 – Abandone certos hábitos

Cigarro, álcool e cafeína são três inimigos da gestação. A começar pelo fumo, que aumenta as chances de aborto e parto prematuro. Sem contar que o hábito de fumar faz um mal danado à saúde, então a gravidez pode ser um grande incentivo para abandoná-lo de vez!

ex fumante

Ex fumante – Foto: Freepik

A cafeína também acentua o risco de aborto, por isso a indicação é a ingestão de menos que duas xícaras de café por dia. Já o álcool pode acarretar em problemas de aprendizado nos pequenos futuramente.

O mais recomendado é deixar as bebidas alcóolicas de lado até o bebê nascer e durante a amamentação.

8 – Estou grávida e agora? Cuide da alimentação!

Uma dieta equilibrada, assim como a ingestão de alimentos específicos, só tem a acrescentar para uma gravidez saudável.

Aqueles que contêm ácido fólico, por exemplo, são muito importantes para ajudar na formação do sistema nervoso do bebê.

alimentação da grávida

alimentação da grávida – Foto: Freepik

O ômega 3 é mais um amigão das futuras mamães e dos pequeninos, pois auxilia no desenvolvimento do cérebro e da retina do feto, diminui o risco de partos prematuros de origem espontânea e é importante para a prevenção de alergias.

Você pode consumi-la em alimentos ou em doses concentradas.

9 – Comece a pensar no enxoval

Assim que você anunciar para a família e os amigos que está grávida, provavelmente vai passar a receber presentes para o pequeno. Mas não tenha pressa em já fazer o enxoval, espere os próximos meses.

grávida escolhendo enxoval

Foto: Freepik

Logo no início, o bacana pode ser pesquisar lojas (de repente até alguma opção no exterior), para ver o que vale a pena economicamente para comprar nos próximos meses.

Recomendo muitíssimo que você leia esse post aqui sobre enxoval, que conta dicas de uma especialista para que você não gaste dinheiro à toa e realmente compre o que vai usar bastante com seu filho.

10 – Analise seu convênio

Verifique quais são os serviços que seu plano de saúde cobre (desde exames, pré-natal, parto e até mesmo cuidados com o bebê depois do nascimento).

Além das condições, veja a lista de profissionais conveniados para escolher o obstetra que irá acompanhar a sua gestação. Sendo assim, pode ser o seu próprio ginecologista (caso ele atue no ramo da obstetrícia também), se você se sentir confortável com isso. Caso contrário, é legal procurar indicações de mamães da família e amigas.

Médica fazendo pesquisa. Foto: Freepik

Agora, se você não possui convênio, verifique se vale a pena ir atrás de um (pelo menos para cobrir despesas com exames, pois para o parto dificilmente você conseguirá cobertura, em função do período de carência) e informe-se sobre os serviços disponíveis na rede pública da sua cidade.

Analisar condições de pagamento em maternidades particulares é outra opção.

11 – Pense no parto

Outro ponto importante é começar a imaginar como você deseja que seja o seu parto, caso ainda não tenha pensado sobre o assunto.

Mas para chegar a uma conclusão, informe-se bastante. Aqui no blog, por exemplo, você encontra informações sobre cesárea, parto natural, domiciliar, de lótus.

Gestante em sala de parto para fazer parto normal

Gestante em sala de parto – Crédito da foto: Freepik

Mas também é bacana se informar com outras mães e o seu obstetra, para avaliar suas condições (pode ser que o parto que você deseja não seja o mais seguro para o seu caso).

Contudo, não hesite em buscar uma segunda opinião profissional, caso não se satisfaça com algo que o seu médico lhe diga (para chegar a uma decisão segura e onde a sua vontade seja respeitada).

Mas se desejar um atendimento humanizado, pode valer a pena procurar uma equipe multiprofissional de parto (com obstetras, enfermeiros e até doulas).