Olá, amigos do Mil Dicas de Mãe!

Com a chegada do outono, uma nova onda de resfriados, gripes e tosses está pipocando por aí. E para as mães de bebês com problemas respiratórios recorrentes (com asma, bronquite, etc), isso significa muitas noites em claro, ouvindo os chiados do filhote.

Eu fui uma criança asmática, e faria de tudo para que Catarina não passasse pela mesma experiência. Porque é  realmente muito ruim tentar respirar e não conseguir. Após a adolescência minhas crises praticamente desapareceram, mas vez ou outra acontecem de novo, depois de um resfriado mal curado. Então sou obrigada a ter um inalador em casa (e depois de mais de 30 anos de experiência, acho que posso emitir minha opinião sobre o assunto!).

Lembro-me daquele barulho do inalador ligado (que, aliás, minha irmã adorava, porque dizia que dava um sono danado; dava nela, porque eu ficava bem acordada durante aquela meia hora de inalação), da “fumacinha” interminável, do soro fisiológico que caía toda vez que eu virava um pouco mais o copinho. E querem saber? ADOREI saber que isso ficou no passado! Na última primavera, depois da terceira crise de Catarina, devolvi o inalador antigo que minha mãe havia emprestado e comprei um inalador ultrassônico, de última geração. Querem saber? É como comparar um fusca a um Porsche!

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Porque eu recomendo o inalador ultrassônico (eu comprei o modelo Pulmosonic Star e gostei; pesquise para ver se acha outras marcas com as mesmas funções!):

1) A inalação é muito mais rápida. Em cerca de 10 minutos todo o soro (e o medicamento que estiver ali também) já terá sido quebrado em minúsculas partículas e inalado pelo seu bebê. Quando você tem que fazer inalações a cada 3 horas, o fator tempo é realmente significativo (principalmente se seu bebê detestar ficar parado e chorar durante toda a inalação).

2) O copinho fica dentro do equipamento, então você pode virar a máscara à vontade que a inalação continua sem nenhum problema (e você ou o bebê não se molham!).

3) Dá para fazer a inalação deitado e com o mínimo de ruído. E isso é FANTÁSTICO durante a madrugada, porque você faz a inalação sem acordar o bebê (é verdade, já fiz isso diversas vezes com a Catarina e ela não acordava).

4) O fluxo das partículas é tão intenso e direcionado que dá para fazer a inalação sem a máscara, só direcionando a mangueira. Muitas vezes foi a saída para fazer a inalação na Catarina, que não parava quieta e ficava brincando ao redor do inalador. Melhor assim do que se matando de chorar e virando o rosto o tempo todo para sair da máscara.

Bom, a parte ruim é que esse inalador é mais caro que os demais. Mas pela minha experiência, se você puder pagar, digo que realmente vale a pena!

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