14 de dezembro de 2010. Há exatos um ano, um mês e cinco dias, teve início a maior jornada da minha vida: virei mãe! Catarina nasceu numa terça-feira, na manhã seguinte a um daqueles dilúvios que São Pedro insiste em mandar sobre a cidade de São Paulo. Conclusão: entrei em trabalho de parto às 2 da madrugada, duas semanas antes da data prevista para o parto (menina determinada, decidiu ser sagitariana e pronto!), fui para a maternidade, fiquei horas sentindo aquelas contrações de matar sem nenhuma anestesia. O anestesista? Preso nos alagamento da cidade, só chegou pouco depois das 8 manhã. E minha filha nasceu às 8:56 daquele dia. Linda, perfeita, uma gatinha. E nunca mais as coisas foram como costumavam ser.

Mas por que escrever um blog? Já não basta viver a maternidade 24h por dia (sim, 24h, porque até dormindo você ainda é mãe. Seu computador cerebral fica ativado permanentemente para detectar qualquer sinal de choro, uma respiração mais ofegante ou o barulho de uma cabeçada no berço)?
Acho que não, não basta. Porque ao mesmo tempo em que esse um ano de maternidade foi cheio de emoções que calaram fundo, foi também o período em que tive as maiores dúvidas da minha vida. Por que ela está chorando? Fome? Frio? Sono? Como é que se dá banho? Quanto tempo demora para arrotar? E qual o melhor creme anti-assaduras?
Então esse blog tem como objetivo contar tudo o que aprendi como mãe, e que continuo a aprender todos os dias. Quem sabe você, que está do outro lado da net, tenha as mesmas dúvidas que tive. E quem sabe a minha experiência possa ser útil para você.
A todas as mães desse mundo, que só querem acertar e descobrem que para isso terão que errar diversas vezes, eu dedico esse blog.

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