Toda recém-mãe precisa de ajuda (não é frescura!)

Por 58 Comentários


Eu deveria começar esse post dizendo: leiam o que eu escrevo, não façam o que eu fiz. Porque quando minha filha Catarina nasceu, eu achei que deveria dar conta de tudo sozinha. Eu achei que se não a amamentasse pelo menos oito vezes por dia, se não a colocasse para arrotar (fosse manhã, tarde, noite ou madrugada), se não trocasse suas fraldas, se não a embalasse até que meus braços ficassem doloridos, se não a colocasse para dormir – detalhe: sem precisar da ajuda de ninguém – eu não seria uma boa mãe. O que eu não sabia, é que se eu tivesse aberto espaço para que outras pessoas participassem de sua rotina, provavelmente eu teria sido uma mãe mais calma e segura para a pequena.

Agora, olhando para trás, eu consigo enxergar isso, mas na época eu pensava estar fazendo o meu melhor (e por vezes chorei repetindo isso: “mas eu faço tudo o que eu posso!!”). E, considerando que eu não conseguia ver outra possibilidade, de fato estava fazendo o meu máximo, por isso não me sinto culpada. Mas se eu pudesse voltar no tempo, faria muita coisa diferente. Porque eu consegui me libertar da ideia de que boa mãe é aquela que bate no peito e diz: “eu dou conta!”.

recem nascido chorando

A verdade é que essa necessidade de ser onipotente, de ser tudo e mais um pouco que o bebê precisa, é uma ideia recente. Porque na época de nossas mães, ou de nossas avós, as casas recebiam as mulheres da família, que se revezavam nos cuidados com o recém-nascido. A avó ficava o mês de “resguardo” inteiro ali – mostrando como fazer a pega correta, como acalmar o bebê, guiando a mãe na descoberta dos tipos de choro. E ainda apareciam as tias, as irmãs, as primas, até mesmo as vizinhas. Com a casa cheia, aquela mulher ia se descobrindo mãe. Sem sentimento de solidão, de abandono, de não ter a quem recorrer nos momentos de dúvida.

E hoje? Muitas vezes as avós trabalham, e não podem ajudar nos primeiros dias do bebê (ou se podem, o tempo disponível é bastante limitado). Os pais têm os cinco dias de licença que não dão para nada (quanto muito, para acompanhar a esposa na maternidade e levar o filho para casa). E, cá entre nós, coitados – estão mais perdidos do que qualquer outra pessoa, porque não foram preparados para a ideia de cuidar de um bebê. Babás só estão disponíveis para quem pode pagar (caro) pelo serviço – e, mesmo assim, podem ser vistas como maus olhos (“mas se a mãe precisa de alguém para ajudar, o que ela faz o dia inteiro em casa?”. Não, não é brincadeira, já ouvi muita gente falando assim…).

Então resta a mãe. Sozinha, esgotada, com aquele sentimento de que não sabe como conseguiu sobreviver mais um dia. Ela deita a cabeça no travesseiro e adivinhem – pela trigésima vez no dia, o bebê começa a chorar! Com tanto cansaço, ela não consegue raciocinar para descobrir o motivo do choro (e talvez comece a chorar junto). Resta apenas a esperança de que um dia aquilo tudo passa, e é a isso que ela se apega semana após semana.

E melhora. E passa. Com o tempo essa mãe vai descobrindo as alegrias da maternidade. Um amor que a preenche de tal forma, que faz todos os momentos de dificuldade ficarem pequenos. Mas a questão é que não precisava ter sido assim. Ela poderia ter pedido ajuda, sem se sentir uma mãe pior por isso. Sem que os outros achassem que sua necessidade de dividir o trabalho fosse “frescura”.

Eu desejo que no futuro existam menos super-mães, capazes de dar conta de tudo. E mais pessoas ao seu redor para dizer: “agora descanse. Deixa comigo”.




Arquivado em: Papo de mãeSem categoria Tags:

Comentários (58)

Trackback URL

  1. Lorena disse:

    Melhor post já lido. Adorei cada palavra escrita. Aconteceu comigo e sei que é o que acontece com a maioria, mas infelizmente nesse mundo onde a moda agora é ser perfeito fica difícil compartilhar de determinadas emoções e sentimentos. Muito bom. Bjs!!!

    • Maíra Vasques Castro disse:

      Maravilhoso seu comentário! “…a moda agora é ser perfeito…”
      Geralmente a intenção da ajuda é mais mostrar e comentar que fez ou mostrar que sabe mais, do que praticar o real valor da ajuda. Ou muita vezes não sabem o limite de até onde pode ir no espaço do outro. Talvez essa também seja uma das dificuldades de pedir ajuda.
      Acho que se encontrarem alguém que ajude, entendendo que é uma descoberta do outro(os pais) ainda, ajudar sem querer fazer no seu lugar(tirando a parte pesada de lavar, limpar casa e etc.), não te proporcionando a experiência, acredito não funcionar para o crescimento da mãe.

      Nívea, parabéns pelo texto! Se tiver algo para comentar sobre meu pensamento, adorarei ler! Beijos para todas.

  2. Julia disse:

    A gente não sabe ser mãe antes de ter o bebê nos braços. E aí é “aprender fazendo”. Com erros e acertos. Se tiver alguém para ajudar, o trabalho fica mais leve e a gente fica uma mãe mais calma e descansada para dar o melhor para o filho e para si mesma. Excelente seu post!

  3. Antônia disse:

    A mais pura verdade!! Minha mãe me ajudou muito no começo, e continua ajudando sempre que preciso. Beijinhos, adoro seus textos!!

  4. Alessandra disse:

    Post perfeito pra mim!
    Estou passando por este momento agora! Meu filho nasceu tem 4 dias, e por vezes choro, achando que não vou dar conta de tudo sozinha, principalmente porque estou tendo mt dificuldade com a amamentação. Meu leite ainda não desceu, e algumas vezes acho que meu bebê não ficou saciado só com o colostro (que tb acho que tenho pouco) e tenho que dar complemento! Além de todo o cansaço, vem a culpa.

  5. Me vi nesse texto…Faço tudo sozinha para meu filho…E difícil, mas é delicioso…Não me arrependo de nada!!

  6. Eu rebeci muitas ajudas, mais fiz e faço muitas coisas sozinhas, se nós mamães dizer que não cansa é mentira,mais aquele sorriso em troca ou um abraço não tem preço.

  7. Nossa sem palavras essa sou escrita sem duvidas até hoje passo por isso de vez enquando e por varias noites eu chorei junto com minha filha me sentido sozinha e por não saber o que fazer….

  8. É um texto que retrata a realidade de muitas mães… Mas vale ressaltar q a "ajuda" de outras pessoas tem q haver limites. Uma coisa é estar ali ao lado evitando a solidão e o medo do desconhecido, outra coisa é palpitar sem parar na maneira como a nova mãe age achando que tudo que ela faz é errado só por nao ser como "…na minha época" todas temos direito de sermos mães.
    Ajuda psicológica é mto mais importante que a ajuda na rotina. Uma mãe que esta psicologicamente bem nao se sente incapaz só porque pensou "putz..mamar denovo" faz parte…
    Queria alguem era pra me ouvir… Pra eu poder falar horas e horas e horas e horas e alguem falar… Resista! Ja ja as coisas se ajustam!

  9. tbm é assim por aqui…foi assim desde que a primeira nasceu, continuou quando a segunda nasceu e é assim até hj, uma com 3 anos e 3 meses e a outra com 1 ano e 2 meses…nunca me permitir ajuda de ninguem, coisa minha, da minha cabeça, acho que a mãe sou eu e eu que tenho que me virar para dar conta de tudo, e não tenho empregada nem babá…mamãe para tudo de casa, de marias, de maridusco, de mim própria, mas papai é super presente, parceirão…graça a Deus…as vezes penso em chamar minha mãe para dar uma folga, mas ai repenso, penso que vou dar trabalho para ela, e acabo eu mesma ficando com as duas…sou eu que sou esquisita mesmo, coisa minha…eu tenho que dar conta e pronto…sei la…estamos sempre os 4 juntos, seja para fazer compras, sair para passear, seja lá o que for, os 4 sempre juntos, nunca deixo minhas Marias com ninguém…não nos atrapalha em nada…escolha nossa…e a vida de casal não fica de lado não…#vidademãe #cadaumcomsuasescolhas #respeitandoatodos

  10. Esse texto foi pra mim! Hj ele tem 4 anos e passou… Mas quando bebe queria fazer tudo, ate mesmo lavar mamadeiras, roupas e etc. Não queria ninguém ajudando pois pensei isso quero ser uma MÃE sem ajuda de ninguém. Pode ter sido um erro? Talvez. Mas não me arrependo e faria tudo de novo.

  11. Perfeito..isso tudo também aconteceu comigo!!!

  12. Eu vivi tudo que esta no texto, retrata bem a realidade….

  13. Iamylle Carmo disse:

    E tbm tem que ver que não são todas as mães que tem o privilegio de serem ajudadas. As vezes é só ela e ela e pronto.

  14. Acho que ajuda é uma coisa que se pede quando precisa. Caso contrário tudo o que uma mãe de recém nascido quer é paz e menos palpiteiros na sua vida.

  15. Cris Pavan disse:

    Eu NUNCA senti isso! Graças à Deus!!! Acordava a noite para amamentar e nem conseguia voltar a dormir tamanha a felicidade de ter aquele pedaço de Deus em minhas mãos. Eu não deixava ninguém trocar a fralda, dar banho, nada… Enchi-me de uma energia, uma força incrível… a força da felicidade!
    E tenho 3 filhos. Se fosse mais nova e tivesse grana, teria 4, 5, 6… (Quem me conhece sabe que é verdade!)
    Mas, de fato, não é frescura e as pessoas que estão por perto devem ficam atentas pra ajudar quando perceberem a exaustão da recém-mãe.

  16. Me senti justamente como vc escreveu!! Eu queria compania psicologica. No fim das contas quem tinha q dar de mamar e tudo mais era eu mesma!!

  17. Rodrigo Souza disse:

    Concordo com vc Caroline , quem dera q minha mulher intendesse isso q vc disse… Aqui em casa , gato e cachorro cuida da minha filha e diz oq é , e oq nao é certo, so eu que nao tenho esse direito.

    • Mark disse:

      Rodrigo,

      Minha filha nem nasceu e eu ja estou ficando maluco pensando nas pessoas em casa dando palpite em tudo e não me dando espaço para cuidar dela.

  18. Thais Baggio disse:

    Perfeito!! Tb passei por isso, mas não por opção. Morava a mais de mil km da família e não tinha com quem contar…. Punk!

  19. jamilly disse:

    Eu estou na minha segunda gravidez e vejo se eu e ela novemente !

  20. Vdd…quantas vezes chorei junto com meu bebe…exausta por cuidar de dois filhos, da casa, de manter tudo em ordem e detalhe tudo sozinha.

  21. Manual de amamentação, manual de trocar fralda, manual de banho, manual de rotina…
    Um manual de como empodeirar a mãe pra viver a plenitude da maternidade nao achei ainda…
    Leio um monte de mães psicologicamente abaladas por falta de apoio…não é que elas não sejam capazes. Muitas vezes ha pessoas que gosma tbm de se envolver deixando-nos sem confiança.
    É tanta frase "se prepara, é dificil, é isso é aquilo"….
    Mães se sentindo melhores e mais acolhidas pq com outra mãe tbm foi assim "ah! Entao eu sou normal!" Nao…. Eu nao me contento com isso. Queria encontrar um lugar que diga… MÃE! O seu jeito é o melhor jeito! – medo é falta de compreensão! Mães incompreendidas, sem auto confiança….Aproveite cada segundo desde a primeira vez que cruzar seu olhar com o do seu filho porque esses dias PASSAM e se você encarar da melhor forma possível, mesmo com tanto cansaço, se orgulhará de olhar para tras e dizer, consegui! É dificil? sim! mas eu quero ter o prazer de ter feito de tudo pra cuidar de cada segundo da vida do meu filho enquanto ele precisa única e exclusivamente DE MIM!
    Se eu ou meu marido nao podemos resolver as dificuldades corriqueiras dos primeiros meses (por medo) entao o unico que podera sera um pediatra e nao a vizinha, a sogra, a avó…Essa é a minha opinião.
    Querer viver a maternidade de forma Natural nao me faz querer ser uma Super mãe…
    Por mais banhos nossos, por mais colos nossos, por mais mamadas nossas… por mais mães e pais confiantes!!!! Nao é a toa que temos 9 meses pra nos preparar!!!! Cuidemos de nossa cabeça que o resto é INSTINTO!

  22. Também passei por isso! Como sofri!!!

  23. Mamis como vc me inspiram!!!!

  24. O problema é que não existe uma alma que se ofereça para vir lavar uma louça ou passar um pano no chão. Para dar palpite tem um monte para dizer que seu filho chora porque você está fazendo alguma coisa errada e você tem que ficar se explicando o dia todo que bebê chora porque é bebê. Seu filho não come, é culpa sua, seu filho isso ou aquilo é culpa da mãe. Dar conta de tudo sozinha é impossível.

  25. Sandra Arreal disse:

    O problema que nos dias de hoje não existe ninguém pra ajudar se não for por interesse financeiro infelizmente

  26. Rosi Silva disse:

    Eu sempre cuidei da minha filha sozinha, as pessoas sempre estavam ocupadas pra me ajudar.

  27. thais disse:

    Nossa esse texto me identifiquei muito pois nesse exato momento estou passando por isso.

  28. Aline Vanessa disse:

    Lindo texto palavras sincera que ate parece que foi eu relatando os primeiros dias da minha filha em casa

  29. Grace Kelly disse:

    Depende de que mãe e sogra que vc tem tbm…. Se for para a minha sogre ficar aqui, prefiro ficar sozinha

  30. Fernando disse:

    Nossa que texto bacana!!!!! Minha esposa e eu seremos pais de primeira viagem. Espero que tenhamos muitas pessoas para nos ajudar dando dicas com lidar com o bebezinho recém nascido. Abração para todos.

  31. ao contrario do texto há 3 meses atrás qd meu primeiro filho nasceu eu queria e ficar sosinha com me filho e meu marido eu so calma e entendia q td bebe chora e normal odeio pessoa dando palpites no q eu deo fazer..!!!!

  32. Sabrina Silva disse:

    Estou me sentindo assim, mais eu sei que tudo isso um dia vai passar.

  33. E fundamental a ajuda de avós e demais familiares…ē uma hora difícil para mamãe e bebê…Eu precisei criar os meus sozinha e foi terrível hoje eu faço tudo pelos meus filhos especialmente na chegada dos bebês…

  34. Disse tudo é assim que me sinto..amei

  35. Brisa Araújo disse:

    palpite só atrapalha!!!

  36. Estou passando por isso estou me sentindo tão cansado Q tem dia Q acho Q não vou aguentar e olha Q não sou marinheira de primeira viagem tem mais dois filhos ainda tenho Q dar atenção p eles mas pesso a Deus Q os dias passem logo

  37. Discordo do texto. Prefiro tentar ser uma super mãe (e olhe que tenho gêmeos) do que aturar palpiteiros!!!

  38. Elisa Tavares disse:

    Sou tia de primeira viagem de um bebê q tem pais de primeira viagem. Como ajudar se não tenho experiência com bebê??

    • Angela disse:

      Ajudando na limpeza da casa, preparando a comida, ficando com o RN para a mãe tomar banho e se alimentar, trazer água quando a mãe começa a amamentar … Essas coisas, pois o RN nesse momento precisa da mãe, do aconchego dos braços dela, sentir o calor dela, o pulsar do coração dela. Uma mulher recém parida, precisa desse tipo de ajuda, nada de pitacos improdutivos que estão desatualizados: dar chupeta, leite fraco, acostumar o bebê no colo, dar chás para cólicas.

      Boa sorte

  39. Nossa!'!!! Parec q fui eu q escrevi est post… me identifiquei muuuiiito. Apesar da minha mãe tr me ajudado bastant é bm assim…

  40. Eu fiz exatamente isso, me achei auto suficiente e não quis muita ajuda. Hoje, após 10 meses estou esgotada… Aff! Se eu pudesse tb faria tudo diferente!

  41. Telma Conceição Ribeiro da Silva disse:

    Achei que por ser do tempo que não se tinha tantas informações como hj, teria tido este comportamento. Vi no entanto que pessoas dessa geração cometem o mesmo erro. Matéria muito boa p/ajudar nessa questão tão delicada e difícil!

  42. carol disse:

    Toda recem mae precisa de ajuda ate ficar pirada com tanto palpite e “ensinamentos” do tempo antigo… faz assim, coloca isso no umbigo, so leite é fraco tem que dar outras coisas, vc fez cesárea não pode pegar seu bebe, poe mais roupa criança senti muito frio… e por ai vai…

  43. julia disse:

    Meu bebe tem 20 dias e estou sozinha com ele,o pai mora em outra cidade e sou mãe de primeira viagem, e acho que estou me saindo muito bem e até prefiro que ninguem venha dar palpite,quando tenho alguma duvida pergunto a pediatra e ela sempre me auxilia,meu bebe ajuda muito pois é um anjinho,não me arrependo nem por um segundo,é muito amor envolvido

  44. Michele santos disse:

    o melhor post que já li.Aconteceu igual comigo e dá muito desespero.Minha familia trabalha e nao pode me ajudar e pra piorar nao tenho leite.Fui muito criticada e quase beirei a depressão qd cheguei da maternidade,so chorava sem saber o que fazer…mas agora meu filho ja esta com 40 dias e me apego com a certeza de que tudo vai passar e que estou fazendo o melhor que posso! Estes posts são o maior conforto que posso encontrar, muito obrigada!!!

  45. antonia disse:

    Cuidei ‘completamente’ sozinha do meu filho. O pai chegava as 17hs mas ainda trabalhava até 20hs. Fazia tudo.Teve as avós que queriam e eu rejeitei ajuda pois achei q não precisava de tudo isso, não é tão difícil cuidar de um bebê parem… É fome, xixi, cólicas, e saber lidar o ser pequeno. Responsabilidade + boas informações livros e internet que geram conhecimento + muito amor já vale! #Sómulheresfortes. Desculpa aí

  46. Tatiane disse:

    Não fiz nenhuma questão de receber ajuda, ninguém se prontificou a me auxiliar na pega correta apenas me criticaram dizendo que o leite materno não estava sustentando minha filha, tentaram me “ensinar a dar banho só me fez ficar nervosa e no dia seguinte fiz sem ajuda e mil vezes melhor, tentaram me ensinar trocar a fralda, eu já sabia e modéstia a parte muito bem. Enfim, não me arrependo e garanto que não terei esse sentimento nunca. Meu maior prazer foi, é e será sempre cuidar da minha pitoco sozinha, descobrindo ela a cada dia e sim sou egoísta ee quero dividir esses momentos apenas com o pai.

  47. Eveline disse:

    Passei por isso,e lembro-me que chorava demais!minha mãe e minha sogra me ajudaram nos primeiros dias mas depois foi só eu mesmo.Periodo complicado o primeiro mês.E alguns pais,além de estarem perdidos,não tem muito interesse,querem é fugir da nova realidade.Periodo complicado para a mulher,como sempre uma guerreira

  48. Debri disse:

    Belas palavras.Quem dera eu ter tido pessoas ao meu lado pra dizer descanse,deixe comigo.Ah,não ser meu esposo durante seus 5 dias de licença e durante as madrugadas.Pois quando permitir pessoas ao meu lado pra ajudar,ensinar e apoiar,so serviram pra me criticar,e dizer vc num queria,agora aguente.Então resolvi ficar na minha propria casa e aprender ali com meu filho e meu esposo a cuidar de uma criança e aprender a ser mãe.E assim estou vivendo e aprendendo.E estou vencendo com a ajuda de Deus!

Deixe seu comentário

Receba nossas dicas por e-mail