Crianças agressivas: 6 dicas para acabar com esse comportamento

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Todo mundo que tem filho entre 2 e 3 anos em casa sabe como os pequenos dessa idade podem se irritar facilmente. Nessa fase, as crianças não verbalizam muito bem as emoções, e tapas, chutes, mordidas e gritos podem ser comuns quando acontece algo fora do controle e da vontade delas.

Mesmo enquanto o filho é pequenininho, é importante que os pais não ajam com naturalidade sobre esses atos agressivos, procurando sempre mostrar o certo e o errado, de acordo com a idade e grau de entendimento da criança. Muitas vezes recebo mensagens de pais e mães pedindo ajuda sobre essa questão, e minha maior dica é: tome uma atitude agora, não deixe para depois (porque pode ficar muito mais complicado).

É preciso estar atento desde cedo, para que o filhote cresça tendo uma melhor compreensão dos comportamentos que fazem bem aos seus relacionamentos, e também dos que não fazem. E pode ter certeza: isso vai fazer uma diferença importante lá na frente!

Por isso, no post de hoje reuni 6 dicas para ajudar quem está passando por esses problemas em casa. Vem dar uma espiada:

Imagem: 123RF

Pare a agressão de primeira: seu filho teve alguma atitude agressiva? Então aproveite para chamar a atenção dele assim que o vir cometendo o erro. Não deixe para falar com o pequeno somente depois que ele repetir o ato algumas vezes, para que ele associe com mais objetividade que aquilo não deve ser feito.

Tire a criança do ambiente de estresse: no momento de chamar a atenção, é interessante tirar o pequeno, se possível, do ambiente de estresse que desencadeou o ato agressivo. Isso vai ajudá-lo a se acalmar e, também, a ficar mais atento no que você tem a dizer, longe dos estímulos que o deixaram nervoso.

Esclareça as consequências: o sentimento de empatia vai aparecer de forma mais consistente quando a criança for mais velha. Por isso, embora seja muito importante desenvolver essa noção ainda na infância, é mais eficiente parar uma atitude explicando ao filhote suas consequências do que perguntando como ele se sentiria no lugar do outro, quando ele é novinho. Assim, quando pegar o pequeno fazendo algo errado, conte a ele os resultados negativos daquilo (que ele poderá ficar de castigo, ficar sem algo que goste, etc).

Seja consistente e constante: além de chamar a atenção da criança, se achar necessário aplicar uma consequência (como um “castigo”), tenha o cuidado de tomar sempre essa mesma atitude quando o pequeno apresentar comportamentos agressivos. Essa é mais uma maneira para reforçar a assimilação de que aquilo não é certo.

Pense também em alternativas para relaxar: atividades físicas são ótimas maneiras de extravasarmos as energias (inclusive as negativas) e ajudar a manter a concentração e o controle. E isso é válido desde cedo! Por isso, para evitar “energia acumulada” no pequeno e fazê-lo se divertir, aposte em brincadeiras bem ativas ou em alguma prática esportiva. Ter um momento especial para relaxar (e não fazer nada mesmo) também é importante, desde sempre.

Que tal outras alternativas para descontar a raiva?: existem alguns métodos lúdicos que têm por objetivo fazer a criança se acalmar e, ainda, estimular a expressão dos sentimentos (um ponto muito importante!). Alguns deles eu já contei aqui no blog, como o pote da calma e a caixa da raiva. Não custa tentar!


 



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