Dia das Mães: expectativa X realidade

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Hoje é Dia das Mães, queridas amigas! E antes de mais nada, quero deixar um abraço apertado em todas vocês. Que lutam diariamente para dar o melhor (e, principalmente, o melhor de vocês mesmas) aos seus pequenos. Que passam noites em claro, que levantam vinte vezes da mesa e terminam o prato quando ele já está gelado, que ficam com o coração na mão ao levar o filhote pela primeira vez ao pronto-socorro, que desistem da viagem dos sonhos, porque o filho passou mal na véspera. Não é fácil ser mãe e muitas vezes abrir mão de alguns desejos (ou pelo menos posterga-los) – não que toda mãe precise ser uma heroína e deixar de ter vida própria para ser uma boa mãe. E que fique claro que viver a maternidade em sua plenitude não é sinônimo de sofrimento: se o nascimento de um filho traz muitas dificuldades, certamente também nos dá alegrias indescritíveis, que compensam cada segundo de frustração, tristeza ou sensação de impotência.

Imagem: 123RF

Por isso, o meu Feliz Dia das Mães a vocês, sabendo que ele é mais do que merecido! Tomara também que vocês tenham tido um lindo dia, que começou com um café da manhã na cama. E que logo em seguida tenha surgido um presente M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O comprado pelo maridão, que fez questão de presentea-la pela excelente mãe que você é. E que o filhote tenha te enchido de beijos e de abraços, dizendo que te ama até o infinito, e mais um pouquinho!

Mas se você não teve nada disso, quero que saiba que está tudo bem. Aliás, meu dia foi bem parecido com um domingo qualquer: sem café, sem presentes caros (mas com um retrato lindo que Cacá fez de mim, na aula de artes). O café da manhã estava programado, mas falhou, porque a pequena ficou doente e, ao acordar, não queria ficar com mais ninguém – só com a mamãe (então como ficar sossegada na cama?). Conclusão: acordei cedo e fiquei com ela, enquanto o marido providenciava um pão de queijo, para que comêssemos alguma coisa.

Como todo domingo, eu arrumei a casa, eu lavei louça (mas fui salva do fogão, felizmente), eu trabalhei (porque para ter a flexibilidade de ficar todas as manhãs com a filhota, eu trabalho aos fins de semana). Ainda cuidei da pequena doente, com direito a medicação, inalação e muito colo, que é tudo o que eles querem quando não se sentem bem. Eu assisti a um filme da década de 80, porque queríamos um programinha bem “água com açúcar”, que ela pudesse assistir tranquilamente.

Feliz Dia das Mães para vocês! Não importa se ele tenha sido um dia muito especial, ou simplesmente um domingo com o caos a que já estamos acostumadas (e se foi assim, que você tenha conseguido se sentir feliz e homenageada).




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Comentários (2)

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  1. Daiana disse:

    Esperei pelo dia das mães foi exatamente igual o que você relatou no texto acima.
    Não tive café da manhã especial,nem ganhei presentes, a única coisa almocei fora!
    Mas sabe aquele sentimento de poxa…nem uma lembracinha
    Mas enfim temos que nós acostumar que vivemos na vida real,que nem sempre é do jeito que esperamos ou imaginamos.
    Adoro seus textos, um grande abraço

  2. JULIANA PAHIM SENA disse:

    Parabéns pelo blog!
    O meu tbm foi como qualquer domingo em partes, pois há um 1 ano e meio perdi minha mãe, e a semana foi difícil…mas Deus me deu meu filho, Daniel de 2 anos então ele ameniza tudo!

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