Criança não namora, não é mesmo?

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Quem acompanha o Mil Dicas de Mãe pelo Instagram, provavelmente viu esses dias um post sobre uma campanha muito bacana, a “Criança não namora”. A iniciativa veio lá do Governo do Amazonas, mais precisamente da Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas). A ideia é orientar adultos, pais e professores de que essa história de namoro na escola (ou mesmo com vizinhos, filhos de amigos, etc) não deve ser estimulada.

A campanha, que conta com parceria do blog Quartinho da Dany (escrito pela professora Dany Santos), explica que o problema em incentivar “namorinhos” na infância contribui para adiantar o desenvolvimento da criança (e colocar na vida dela questões referentes a adolescentes e adultos). Mais um agravante é que a ação pode incentivar a erotização precoce.

Nas redes sociais, os pais têm aprovado a iniciativa: no post da Seas no Facebook já são mais de 100 mil curtidas e quase meio milhão de compartilhamentos da campanha, que leva os dizeres “Criança não namora! Nem de brincadeira”.

E como tratar a situação?

Na própria página do Seas do Amazonas há uma entrevista com o psicólogo e terapeuta sexual Luiz Coderch, que explica que as expressões de afetividade da criança não devem ser reprimidas. Contudo, ele afirma que não se deve transformar relações de carinho em namoro. Ou seja: o que criança tem é amigo, e não namorado! “Conversar sobre o que é certo ou errado é sempre a melhor opção”, orientou o profissional na página da campanha.






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