5 coisas que irritam o seu bebê (e como acabar com o choro)

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Confesso a vocês que eu não sabia que o choro do bebê dói na alma da mãe, até ter uma filha. Quando Catarina nasceu eu percebi que essa manifestação dos pequenos, tão comum, chega a ser enlouquecedora, quando você fica em casa o dia todo. Claro que os pequeninos, ao nascer, não conseguem falar, e essa é a forma que eles encontram para demonstrar que algo não vai bem. Mas quando você não sabe por que o filhote chora, acaba ficando bastante preocupada, e se sentindo impotente (concorda comigo?).

Por isso, para o post de hoje, eu preparei um resumão dos motivos que levam os bebês ao choro. Assim, na próxima crise, você pode ter isso em mente, e fazer um diagnóstico mais rápido do que está acontecendo! Espero que ajude!

Imagem: 123RF

Fome: ainda com um estômago pequenininho, os bebês não conseguem armazenar uma grande quantidade de leite durante as mamadas. Por isso, de tempos em tempos, lá vem o pequeno chorando e pedindo para mamar de novo (a manifestação pode durar um pouquinho, inclusive, durante a mamada, até que o estômago comece a encher novamente). Como a frequência e a intensidade das mamadas variam de uma criança para outra, não tem hora certa para definir que o choro do bebê é por fome. Mas você pode desconfiar desse problema quando o filhote começa a procurar algo para sugar ou coloca muito a mão na boca (e pode descarta-lo quando o filhote mamou a menos de meia hora – a não ser que ainda tenha ficado com fome, pela baixa produção de leite materno).

Dores de barriga: com o sistema digestivo ainda em formação, os bebês são vítimas frequentes de problemas na barriga, como cólica, gases ou constipação. E qualquer um desses itens causa um baita incômodo… Aí você já sabe: o pequeno chora! Se a criança chora logo depois de mamar, ou fica vermelhinha, pode desconfiar de alguma disfunção digestiva. Massagens e banhos relaxantes ajudam a amenizar o desconforto. Outra dica (que um amigo pediatra me deu: se seu filho chora muito, acaba engolindo uma grande quantidade de ar, o que aumenta a cólica. Por isso, esse tipo de choro pode virar um ciclo vicioso).

Sono: não, os bebês não sabem o que fazer quando o sono chega! Eles começam a se sentir cansados e (adivinha?) choram! Para tentar evitar a irritação e a choradeira antes de dormir, é bacana preparar a casa um tempinho antes da hora em que o pequeno costuma ir para o berço (ou ao perceber os primeiros sinais de sono, como olheiras, excesso de contato das mãos com os olhos e orelhas e olhar caidinho). Nesse momento, diminua as luzes, o som dos aparelhos eletrônicos e reduza também o ritmo do filhote, oferecendo a ele, por exemplo, um banho relaxante ou uma massagem.

Mudanças de temperatura: os bebês são mais sensíveis a tudo, inclusive à mudança de temperatura. À noite eles podem sentir mais frio, pois perdem calor mais rápido que nós. Mas não se empolgue tanto no pijama quentinho: pelo excesso de agasalhos, as crianças podem sentir calor. E seja sentindo frio ou calor, o choro é a resposta que eles encontram para protestar que não estão à vontade. Para detectar se o problema é a sensação térmica, uma dica é encostar a mão na barriguinha do bebê: se estiver fria, o agasalhe; se estiver quente ou mesmo suando, é porque ele está com calor.

Assaduras: comuns nos bebês, as assaduras provocam irritação na pele. Daí, pelo desconforto, os pequeninos choram. O problema pode ser causado pela baixa frequência de troca de fralda, mas, também, por alergia à fralda ou a algum alimento. Dicas válidas para evitar as assaduras (e o choro que elas provocam) são fazer a troca de fraldas a cada mamada, limpar bem o bebê a cada troca e escolher um creme poderoso para proteger a pele do filhote.




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