Atenção com seu filho em locais públicos! Sempre!

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Essa semana aconteceu um fato com Catarina que me fez lembrar uma história que uma leitora do blog me contou, há um certo tempo. História real mesmo, nada inventado para fazer post interessante: ela me contou como a filha, certa vez, quase foi raptada em uma grande loja de artigos esportivos em São Paulo.

Segundo essa mãe, estavam ela, o marido, o filho mais velho e a pequena nessa loja. Quem tem dois filhos sabe que nem sempre é fácil manejar ambos ao mesmo tempo. Um quer ver patins, enquanto a outra quer ver bicicletas. Foi quando o maior começou a chorar, porque queria levar uma chuteira para casa, que os pais não tinham a menor intenção de comprar.

Enquanto tentavam resolver a questão com o menino, essa mãe falou para que a pequena (que reclamava de cansaço) se sentasse em uma cadeira da loja – um local onde conseguiria vê-la. Ela notou que uma mulher se aproximou e começou a conversar com sua filha, então foi até lá para saber o que estavam falando.

Imagem: 123RF

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A mulher disse que a menininha era uma graça, super simpática e rapidamente desconversou e saiu. A mãe então voltou sua atenção para o filho, que continuava berrando no meio da loja.

Tudo então aconteceu muito, muito rápido. Quando ela voltou a olhar para o local onde a pequena estava sentada, ela não estava mais ali. Ela gritou para que o marido corresse para a porta, enquanto ela varria os corredores à procura da filha. Felizmente o pai conseguiu ver que a menina estava já indo em direção ao estacionamento, de mãos dadas com um casal (aquela mesma mulher que a tinha abordado lá dentro e um homem). Ele gritou para que a filha parasse, ela escutou, voltou-se para o pai e ele saiu correndo em direção a ela.

Nesses segundos, o casal entrou em um carro do estacionamento e sumiu. E quando o pai perguntou à filha onde estava indo, se estava vendo as barracas de camping que ficam do lado de fora, ela respondeu que não, que estava indo a uma festa do pijama com aqueles “tios”.

Resolvi contar esse caso para que fique um alerta, do quanto é importante não perder os filhos de vista em um local público. Fique de olho e bem próxima. Porque, por mais que a gente converse com os pequenos, que diga para que eles não se afastem, para que não conversem com estranhos, essas situações de rapto acontecem. Pessoas que têm a intenção de levar uma criança usam das mais diferentes artimanhas para isso, e não duvide do potencial de persuasão delas.

No início do post eu contei que aconteceu por aqui algo que me lembrou essa história. Eu estava no shopping com Catarina e resolvi comprar um pão de queijo e um suco para ela. Enquanto eu pagava, pedi que ela se sentasse em uma das mesinhas que ficava ao lado. Acho que foram uns dois minutos entre escolher o que eu queria, pedir e pagar, e quando olhei para a mesa a pequena estava falando com um homem, que eu nunca vi na vida. Quando ele me olhou também, sorriu e foi embora. Eu não sei qual era a intenção nesse caso, mas um sinal acendeu na minha cabeça. Fica a mensagem de hoje: esteja alerta e perto dos seus filhos, sempre!




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Comentários (2)

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  1. Alice disse:

    E nunca, nunca, largar a mão do filho. Quando eu tinha 8 anos, estava no centro da cidade, muito movimentada, com minha mãe. Ela sempre me segurando pelo braço, com medo que eu me perdesse na multidão. E não é que um senhor, que me puxou pelo outro braço, puxando com força mesmo. Tive tanto medo que não conseguia falar. Graças a Deus minha mãe percebeu que eu estava andando devagar e quando olhou para trás viu o tal cara. Ele soltou minha mão e sumiu.

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