7 dicas para que o seu filho tenha uma imunidade de ferro

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Quando você vira mãe, aprende um pouco sobre muita coisa, não é mesmo? Sono, alimentação, cuidados com o bebê, até sobre previsão do tempo! Você descobre que aquela sabedoria antiga, que você reconhecia em sua avó, tem nome e funciona direitinho: chama-se experiência!

Por isso, no post de hoje, eu conto algumas dicas que desenvolvi ao longo desses cinco anos em que sou mãe. Coisas simples, que nós costumamos esquecer no dia a dia. Mas que, se levadas à risca, fazem com que nossos filhos permaneçam saudáveis por muito mais tempo. Dê uma olhadinha: tenho certeza de que você já conhece boa parte delas, mas sempre há algum aprendizado adicional que poderá te ajudar aí na sua casa!

Imagem: 123RF

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  1. Mantenha os hábitos de higiene: quando falamos em prevenção de doenças (como gripes, resfriados, ou a temida H1N1), precisamos (re)pensar, obrigatoriamente, certos hábitos de higiene. Alguns básicos, como lavar as mãos constantemente com água e sabão (em especial antes das refeições e assim que chegar da rua), não levar as mãos aos olhos e à boca (ainda mais depois de entrar em contato com itens de uso compartilhado) e evitar compartilhar objetos de uso pessoal são atitudes simples, e fundamentais, para preservar a saúde. E uma dica adicional que uso por aqui e tem ajudado muito: quando chegamos em casa depois de passar por grandes aglomerações de pessoas, peço para Catarina lavar o nariz com soro fisiológico, para minimizar a chance de pegar uma virose respiratória (experimente, funciona!).
  2. Cuide da alimentação: incentivar o consumo de frutas, verduras e legumes (preferencialmente orgânicos) pelos pequenos é bastante importante para que o organismo deles seja fortalecido, a partir das vitaminas e nutrientes que esses alimentos oferecem. Ainda falando em dieta, evite ao máximo os produtos industrializados (e fazer deles uma opção de lanche para o filhote levar à escola). Mais uma dica é, sempre que possível, fazer as refeições em família (além de comer, esse é um momento para que vocês possam conversar – pode ter certeza que o seu filho vai adorar!). Estimule também o consumo de água, uma vez beber bastante líquido ajuda na lubrificação das vias aéreas (o que reduz a chance de seu filho pegar resfriados, gripes e infecções).
  3. Pratique atividade física: não importa quem é o médico do seu filho ou da sua família – certamente na sua lista de recomendações estão as atividades físicas! Essa prática pode começar cedo, com os pequenos ainda bebês (que tal fazerem juntos aulas de natação, por exemplo?). Além da melhoria da imunidade de pais e filhos, uma atividade feita em conjunto tem outra contribuição importantíssima para o bom funcionamento do organismo: o estímulo ao vínculo (quer combinação melhor para a saúde?).
  4. Exponha o pequeno ao sol: a exposição ao sol é importante para ajudar na ativação da vitamina D (a melhor fonte dessa substância ainda é o sol, pois ela não está presente em muitos alimentos). Essa vitamina é imunoestimulante e, ainda, auxilia na absorção do cálcio, nutriente essencial para o crescimento. Alguns minutos diários de exposição já são suficientes (e durante o inverno, principalmente, vale a pena conversar com o pediatra sobre a necessidade de suplementação dessa substância).
  5. Tente fazer todos dormirem: para que o pequeno tenha um dia repleto de energia e consiga brincar, estudar e fazer todas as atividades de que gosta e precisa, é muito importante que ele tenha uma boa noite de sono (com um número mínimo de horas, segundo sua idade, e preferencialmente sem muitas interrupções). Sabe aquela história de recarregar as energias? Pois é exatamente assim que o nosso sono funciona – e por isso dormir bem é tão importante. E mais: a ciência já comprovou que o processo é fundamental para o equilíbrio do sistema imunológico (até a ação de células ligadas a processos inflamatórios diminui quando você dorme de forma adequada. E o contrário ocorre se você dorme mal!). Ah, isso vale para a família toda, (na época em que Catarina dormia muito mal, eu pegava um resfriado atrás do outro!), viu? Esforce-se para cumprir esse item, por mais que seja difícil manter o sono em dia depois de ter um filho!
  6. Tente fazer de casa um ambiente amoroso: a primeira referência que os nossos filhos ganham, em relação ao mundo, é o ambiente dentro de casa (o que acontece ali eles levarão para fora). Por isso, apesar dos problemas que normalmente surgem, tente fazer do local onde vivem um local harmonioso, onde a criança possa se sentir segura e confortável. Essa é, inclusive, uma das maiores recomendações dos pediatras que seguem uma linha mais natural, seja por meio da homeopatia, da antroposofia ou mesmo da alopatia. E acredite: isso conta, e muito, para a preservação da saúde!
  7. Incentive todos a mudar: quando você tem uma criança em casa, não se esqueça de que você tem um pequeno observador, atento a tudo o que acontece ao redor dele (e, inclusive, a tudo o que as outras pessoas fazem). Por isso, não se engane: não adianta tentar fazer com que ela coma bem, pratique exercícios, tenha hábitos de higiene, se mais ninguém da família faz o mesmo. É necessário dar o exemplo, para que o filhote se acostume com aquela situação e, principalmente, veja que são atitudes realmente importantes, uma vez que todos em casa praticam também.



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Comentários (2)

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  1. Fernanda disse:

    Dicas preciosas!

  2. Muito bom…estou me preparando para colocar meu bebê na escola e sei que o primeiro ano será bem difícil! Adorei as dicas!!! Bjo e parabéns pelo trabalho!

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