10 coisas que você aprende com “O Começo da Vida”

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Se você já é mãe ou está prestes a entrar nesse maravilhoso mundo da maternidade, já deve ter ouvido falar sobre “O Começo da Vida”. O filme, que fala sobre a importância dos primeiros anos de vida na formação de um indivíduo, está emocionando pessoas em todo o mundo. E comigo não foi diferente: ao assisti-lo, meu sentimento foi de que todos os pais e mães desse planeta deveriam vê-lo, porque já é mais do que hora de começarmos a plantar um lugar melhor para nossos filhos. E ele só existirá se colocarmos atenção no que temos de mais precioso: a oportunidade de nos dedicarmos de corpo e alma aos nossos pequenos, na fase em que sua personalidade, seus valores, sua emoções estão sendo moldadas. Se fizermos esse trabalho direito, não tenho qualquer dúvida de que eles, e os filhos deles serão muito mais felizes.

Se você ainda não assistiu, não pode perder a oportunidade. E para que você sinta um gostinho do que poderá descobrir com o filme, fiz uma listinha de 10 aprendizados que todos nós podemos tirar dele. Ah, e se você já viu, certamente vai se identificar com a lista (e vale completá-la, deixando nos comentários aquilo que mais te marcou!):

o comeco da vida

Imagem: Reprodução

10 coisas que você aprende com “O Começo da Vida”:

  1. Que no período em que seu filho chega ao mundo, muitas conexões cerebrais se formam a cada instante. O cérebro não nasce pronto, e esses caminhos por onde as informações passam podem ser estimulados, para que novas ligações se formem. Mas o mais importante de tudo isso é que é o afeto quem reforça essas ligações, fazendo com que elas sejam muito mais duradouras.
  2. A mãe é o primeiro contato do filho com o mundo. São seu toque, sua voz, seu peito, seu carinho as primeiras experiências sensoriais do bebê. É ela quem transmite segurança, amor, aconchego – e essa é uma marca que fica para o resto da vida. Dessa relação nasce a sensação do que aquela pessoa pode esperar do mundo! Já parou para pensar na responsabilidade?
  3. Se o papel da mãe é mais do que fundamental, o do pai também é. Só que é diferente: é ele quem amplia o mundo do filho, para que ele perceba que não existe apenas a mãe. Ele é o parceiro, o amigo, o parque de diversões do filho, e também um porto seguro. Sua forma de cuidar é outra, e ela só soma na composição da família.
  4. Um filho não quer saber se o pai ou a mãe ocupam um cargo importante, se ganham dinheiro. O que para ele realmente importa é que estejam presentes. E é essa presença, esse exemplo, esse comprometimento o que faz toda a diferença!
  5. A empatia é a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro, de sentirmos o outro. E a criança já nasce com isso! Ela é empática com tudo: com as pessoas, com a natureza, até com seus brinquedos (que ela trata como seres vivos). Que maravilha seria se não perdêssemos essa capacidade ao longo do caminho!
  6. Se você quer desenvolver a linguagem do seu filho, fale com ele! Essa é a melhor forma! Converse, pergunte, deixe que ele manifeste suas opiniões! Quanto mais você fizer isso, melhor será seu vocabulário, e sua forma de se expressar nos anos que virão.
  7. Do ponto de vista da criatividade, o melhor que você pode dar a seu filho é nada! Ao invés de dar um brinquedo caro, deixe que ele monte seus brinquedos, com o material que houver disponível. Papel, caixas, embalagens podem ser muito mais interessantes do que algo pronto!
  8. A birra é um momento incrível, em que a criança exercita sua autonomia, e começa a virar dona de seu próprio corpo. Ela descobre que pode decidir não comer, não ir, não concordar! Assim como o parto e o desmame são processos de desligamento da dependência dos pais, a birra também é. Isso não muda completamente nossa forma de enxergar os gritos e choros?
  9. Os irmãos são o primeiro exercício de competição e, ao mesmo tempo, de colaboração. O que nos prepara para o mundo, em que essas duas coisas existem! Com eles, podemos aprender a competição saudável, e a vontade de ajudar.
  10. Toda criança precisa se sentir parte. Precisa ter raízes. Precisa saber de onde ela veio, quem ela é. E nesse contexto os avós (e a família, como um todo) são importantíssimos: eles contam histórias, eles têm tempo, eles dão o suporte que a mãe e o pai tanto precisam. Porque é muito difícil para os pais darem conta de tudo sozinhos.

Falando assim, parecem coisas tão simples, não é mesmo? Mas quando você assiste às cenas, aquilo tudo faz tanto sentido, que é impossível deixar de pensar no que você está oferecendo ao seu filho. Ali você percebe que o tempo passa muito rápido, e que é preciso agir agora. Fica a dica: você vai curtir tanto, que não conseguirá conter as lágrimas!

* O Começo da Vida está disponível nos cinemas, na plataforma VideoCamp, no Netflix, na Play Store e no iTunes.




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Comentários (1)

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  1. Raquel disse:

    Exatamente isso que disse. Fiquei encantada da forma que foi colocado tudo isso no documentário e de como abre nossa cabeça para se entregar aos filhos. Estou gestante e ansiosa para sentir tudo isso. O que mais me chamou atenção foi a mãe que disse que quando fala que é do lar e que cuida dos filhos, ouve: Então você não faz nada?! E ela diz que está criando pessoas que irão votar, trabalhar e ser parte desta sociedade. Me incentiva ainda mais a parar de trabalhar para se dedicar a esta educação.

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