Porque quando um filho nasce, você percebe que é capaz de sentir um amor maior!

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Você já parou para pensar em como o nascimento de um filho revoluciona a vida de uma mãe, de um pai? No início, você acha que são as noites sem dormir (intermináveis, por sinal!), o fato de não conseguir sair de casa sem horário para voltar, a bolsa que cresce dez vezes de tamanho – por alguns anos, passa a ser impossível levar apenas a carteira e um batonzinho (são fraldas, creme antiassadura, lenços umedecidos, duas trocas de roupa, uns cinco paninhos de boca, só para começar!). Mas a verdade é que uma criança mexe com o nosso coração de uma forma muito mais profunda, a ponto de percebermos que a vida se divide em antes e depois de sua chegada.

por que quando um filho

Imagem: 123RF

E se você analisar bem, perceberá que uma das grandes transformações que acontecem está na sua capacidade de amar. Aliás, até então você acreditava saber o que é isso, mas talvez só descubra o real significado desse sentimento quando segura seu filho nos braços pela primeira vez. É uma necessidade de proteger, de cuidar, de sentir seu cheirinho, de colocar sob as asas… Então acontece algo mágico, quase automático: por desejar que ele seja feliz, que viva em um mundo que o acolha, você passa a estender os limites do seu amor. Olha uma outra criança, e também quer que ela tenha oportunidades, como as que seu filho tem. E se não doía olhar um pequeno nas ruas, pedindo o que comer, passa a cortar o coração, principalmente quando é seu filho quem aponta: “mas ele não tem pai, não tem mãe, não tem casa?”. Como explicar que é exatamente isso?

Confesso que a maternidade me fez enxergar o mundo em suas maiores belezas, mas também em suas piores dores. Filmes que retratam crianças sofrendo, eu já não consigo assistir (parece exagero? Pois eu não tenho conseguido mesmo – paro na metade, com aquela sensação de que, infelizmente, a ficção é apenas uma pequena fração do que acontece na realidade); notícias de famílias em países de guerra, fugindo sem destino, e muitas vezes perdendo entes queridos no caminho me fazem sentir uma tristeza profunda. Por outro lado, passei a entender melhor o que motiva pessoas comuns a dedicarem suas vidas a uma causa, um projeto social, não importa seu tamanho.

No fundo, é quase impossível que um filho seja feliz em um mundo de tanto sofrimento. E fazendo um pouco pelo outro, pelo filho do vizinho, do amigo, ou do desconhecido – que merece uma infância tão feliz quanto a de qualquer outro pequeno – é que as coisas serão diferentes.

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Comentários (1)

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  1. Tatiana disse:

    Embora minha bebê não tenha nascido ainda, já entendo um pouco do que você mencionou. Antes notícias tristes com crianças e com bebês me deixavam chateada ou chocada, mas era algo mais superficial e menos duradouro. Desde que fiquei grávida, porém, qualquer coisa trágica envolvendo crianças ou bebês é o suficiente pra me fazer chorar de soluçar. Como disse um amigo do trabalho, “agora é pessoal”.

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