5 maneiras de estimular a independência do seu filho (para começar hoje!)

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Um dos meus maiores exercícios como mãe é o de deixar Catarina fazer as coisas sozinha. Vocês, que também são mães, provavelmente me entendem: aos nossos olhos, os pequenos continuam sendo nossos bebês, mesmo que já não usem fraldas, não mamem no peito e não tenham ataques de birra (bem, essa parte nem tanto! Porque o tempo passa e o chororô diminui, mas até sumir totalmente, vai chão!). Mas também sei quanto é importante que uma criança desenvolva sua independência – aos pouquinhos, ela vai percebendo que consegue completar algumas tarefas por si só, e isso é um grande aprendizado (aliás, como para todos os membros da família). Você percebeu a alegria do seu filho na primeira vez em que caminhou sem a sua ajuda? Ou quando se vestiu sozinho e apareceu prontinho (com uma blusa vermelha e uma calça roxa, mas tudo bem!) para te mostrar? Essas são pequenas conquistas do dia-a-dia que dão segurança aos pequenos: é dessa forma que eles vão se descobrindo capazes, habilidosos – o que tem relação extrema com o desenvolvimento de sua autoconfiança.

independencia do filho

Quando você se torna adulto, percebe de fato a real importância da independência – em primeiro lugar, porque não terá ajuda para fazer muita coisa (eu, por exemplo, não sabia cozinhar quase nada até me casar, o que significa que chorei seis meses queimando o arroz e deixando o bife passar do ponto – pior é que é verdade! E não teria sido muito mais fácil se eu tivesse aprendido antes?). E em segundo porque não tem medo perante os desafios que a vida te apresentar (ou melhor, até tem, mas sabe que, se você já deu conta de tanta coisa até ali, vai conseguir novamente). Por isso, tenho estimulado aqui em casa situações nas quais Catarina pode colocar em prática sua autonomia e o resultado tem sido muito bacana. A seguir, eu compartilho algumas delas com vocês:

1) Deixando que o filho escolha a roupa: com a pequena, isso aconteceu de forma natural. Sem que eu precisasse estimular, ela começou a querer escolher o que usaria. Isso é bom? Eu acho que sim! Pois a criança começa a entender que pode tomar suas próprias decisões, habilidade que será muito requisitada quando ela crescer. Dica de mãe: para que não haja briga (porque a escolha da criança não é própria para a ocasião, ou para a temperatura do dia), você pode pré-determinar três opções, e então deixar que o filhote faça sua escolha. Com o tempo, ele entenderá melhor as situações e poderá fazer a tarefa sem a sua “triagem” prévia.

2) Incentivando a organização dos brinquedos: essa é outra tarefa que os pequenos podem executar desde cedo, desde que, claro, seja respeitado seu ritmo de desenvolvimento. Por exemplo: não espere que uma criança de 2 anos guarde tudo sozinha (mas ele pode pegar algumas peças e dá-las para a mamãe, não é mesmo?). Aos 3, já dá para explicar que os brinquedos não podem ficar espalhados pela casa (em cima da mesa de jantar, ou no chão do banheiro, por exemplo). Aos 4, vejo que Catarina já consegue guardar praticamente tudo sozinha (embora tente escapar do trabalho, claro!). É com persistência e muito carinho que eles vão entendendo que podem contribuir para a arrumação da casa, organizando suas próprias coisas.

3) Estimulando a cooperação familiar: essa é outra forma bacana de desenvolver a independência do filhote (mesmo que, inicialmente, ele não perceba esse efeito). Quando você incentiva que seu filho arrume a mesa do jantar, ou tire a louça da máquina de lavar, ele vai aprendendo a executar tarefas que serão necessárias para o resto de sua vida. Essa é a evolução natural do item 2 (ou seja, a criança começa arrumando o que lhe pertence, e depois, quando já mostra coordenação motora suficiente, pode também ajudar em tarefas que envolvem toda a família).

4) Deixando que o filho arque com consequências: você já se deu conta de que toda independência traz também uma carga de responsabilidade? Na minha (humilde) opinião, mostrar isso aos pequenos é importantíssimo, e é algo que pode ser feito desde cedo. Um exemplo: é o dia do brinquedo na escola e você pediu que seu filho escolhesse o que queria levar e colocasse na mochila (você não disse uma, mas sim umas cinco vezes!). Se na hora de sair você perceber que ele não colocou, deixe que descubra isso quando chegar ao ambiente escolar (e não volte para pegar o brinquedo). Assim, ele perceberá que, quando for responsável por determinada ação, colherá o resultado dela – seja ele bom ou ruim.

5) Independência também na cozinha: talvez porque eu tenha penado muito para aprender a cozinhar depois de adulta, esse é um ponto que desejo muito que seja do domínio da pequena (e que esse envolvimento com as panelas aconteça de forma natural e divertida!). Ainda não deixo que Catarina mexa no fogão, mas ela já consegue preparar algumas receitinhas básicas (entre elas a de panquecas de chocolate, que eu ensinei a fazer nesse post aqui. Além de permitir que a pequena cresça sem medo de cozinhar, essa é uma atividade que eu curto demais, pois é um dos nossos momentos especiais de mãe e filha (com direito a um avental para cada uma!).

Essa panqueca que fazemos leva Nutren Kids, que é o complemento alimentar da Nestlé para crianças (entre os produtos similares no mercado, é o de menor teor de gordura, o menos calórico – o que eu acho bem bacana). Como ele já tem leite na fórmula, você só precisa misturar com água (tanto na receita da panqueca como no preparo tradicional: aquele leitinho que as crianças gostam no café da manhã ou no fim do dia). Ele está disponível nos sabores chocolate, baunilha e morango, e é interessante saber também que fornece 26 vitaminas e minerais, dentre eles três nutrientes importantes: Ferro, Cálcio e Zinco, que atuam diretamente no bom crescimento, desenvolvimento e imunidade da criança.

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Comentários (2)

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  1. Lucimara disse:

    Olá gosto muito do seu site, tenho um menino de 4 anos, o Pedro e gostaria de saber sua opinião sobre a mamadeira, o meu filho ainda mama. A pediatra disse pra eu tirar, ele até toma leite na xícara, mas mesmo assim ainda pede mamá, e eu fico com dó de não dar. Gostaria de saber o que você acha sobre isso. Bejinhos e até mais

    • Nívea Salgado disse:

      Oi, Lucimara, tudo bem?

      Muito obrigada pelo carinho com o blog 🙂

      Sobre a mamadeira do Pedro, eu acho que seu pediatra tem razão. Eu não sei se você sabe, mas sou dentista por formação, e depois dos 2 anos e meio tanto a chupeta quanto a mamadeira modificam a mordida da criança – por isso o ideal é não demorar para tirá-las.

      Como seu filho já toma leite na xícara, com certeza vai se adaptar à ausência da mamadeira (pode ser um pouco difícil no começo, mas seja firme, explique para ele com carinho, que tudo dará certo). E uma dica que funcionou com Catarina foi o canudinho – ela achava tão legal usar, que esqueceu da mamadeira.

      Grande beijo e boa sorte!

      Nívea

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