O desenvolvimento cognitivo do bebê e a ingestão de ômega 3 na gravidez

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Eu adoro assistir às imagens de ultrassons na gravidez. Ver cada pedacinho de um ser humano se formando é a coisa mais linda que existe. Os pés, as mãos, o corpinho, e a cabeça! Para mim é impossível deixar de pensar em cada célula do cérebro surgindo; os neurônios, as conexões nervosas, que mais tarde serão responsáveis pela coordenação de todo o organismo do bebê. Por sua capacidade de falar, andar, e também de aprender ao longo da vida.

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Um dos nutrientes mais importantes para a formação dessa rede nervosa é o DHA (ácido decosahexanóico), uma fração do ômega 3, como já comentamos nesse post aqui. E justamente por ser uma das matérias-primas da construção do cérebro do bebê, é preciso que a grávida consuma uma quantidade mínima de DHA para favorecer o feto. É ela quem passará ao filho a substância quando ele mais precisa: durante a gestação e nos primeiros meses de vida, as fases de maior desenvolvimento cerebral de um indivíduo.

Há vários estudos que avaliaram a importância da ingestão de ômega 3 para o desenvolvimento cognitivo do bebê. Em um estudo de 2006 publicado na ADC Fetal & Neonatal, pesquisadores avaliaram crianças de 2 anos e meio e descobriram que aquelas cujas mães receberam suplementação de ômega 3 durante a gestação apresentaram maior coordenação manual e visual do que aquelas que não receberam. Em outro conhecido estudo de 2003 publicado na Pediatrics, os autores observaram que crianças que receberam ômega 3 DHA durante a gravidez da mãe e na amamentação apresentaram maior QI aos 4 anos de idade.

O ômega 3 DHA já se mostrou tão importante para a formação do bebê que a Comissão Europeia recomenda uma ingestão mínima de 200mg por dia às gestantes e mulheres em amamentação. E ele pode ser conseguido através de uma alimentação rica em peixes, como atum e salmão; sementes, como a linhaça; e frutas secas, como as nozes. Como é difícil que as mulheres consumam toda a quantidade recomendada apenas com a alimentação (pelos hábitos de vida moderna, que nem sempre permitem que nos alimentemos de forma rica e equilibrada), muitos obstetras acabam recomendando a suplementação em cápsulas, para garantir que o bebê receberá a dose do nutriente necessária.

Aqui no Brasil existe o Proepa Gesta, um alimento funcional do Laboratórios Aché, que tem exatamente essa função de suplementação de ômega 3 DHA. A vantagem em relação a outros produtos é que com apenas uma cápsula (que é muito menor do que as demais, e mais fácil de engolir – sobretudo nessa fase de enjoo), já se consegue toda a quantidade diária de ômega 3 DHA necessária. Converse com seu obstetra a respeito, pois um especialista deve sempre ser consultado, combinado?

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Comentários (3)

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  1. Indicado a partir de quantas semanas? Minha médica me passou só com 30 semanas

  2. Anna, acredito que o melhor é sempre respeitar a indicação médica, que pode ser diferente de gestante para gestante. É de fato nos últimos meses de gravidez que a ação do ômega 3 se mostrou mais impactante. Grande beijo, Nívea

  3. Eu tomei o Proepa Gesta quando estava grávida, maravilhosooooo, tomei desde as 7 ou 8 semanas até o final da gravidez !!! Aprovado !!!

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