Seu filho não come? Aprenda sobre a importância da nutrição na infância

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Recentemente eu participei de um evento muito bacana promovido pela Danone Baby e gostaria de compartilhar a experiência com vocês. Minha vontade, se pudesse, era levar todas as leitoras do Mil Dicas de Mãe comigo, pois aconteceu uma troca tão prazerosa de experiências, que guardarei para sempre no meu coração.

Vocês que acompanham o blog sabem que nos últimos meses tenho feito pratos divertidos para minha filha Catarina, pois a alimentação da pequena estava desastrosa e eu tinha que tomar uma atitude. Ela começou a se tornar tão restritiva na hora de comer legumes, verduras e frutas, que acabei desenvolvendo a estratégia de fazer personagens e desenhos nos pratos.

prato chapeuzinho vermelho

Felizmente o resultado dessa ação foi muito positivo, com a pequena aceitando novos alimentos e retomando o hábito de comer aqueles que há muito tempo não aceitava. Só mesmo uma mãe para saber a alegria que se sente quando vê o filho comendo de forma saudável e feliz!

Pois então eu fui surpreendida com um convite desafiador: contar minha experiência para blogueiras convidadas em um evento da Escolinha de Nutrição Danone Baby, uma iniciativa da empresa para levar conhecimento até as mães e que visa a conscientização da importância de uma alimentação saudável e completa na infância, além do impacto que as escolhas feitas pelos pais pode trazer para o futuro dos seus filhos.

Quando falamos em nutrição na infância, é importante lembrar que os primeiros mil dias de vida são a base para que seu filho se desenvolva bem e se torne um adulto fisicamente e mentalmente bem estruturado. O conceito dos primeiros mil dias engloba todos os estímulos que você proporciona para a criança nessa fase, para que ela possa desenvolver o seu potencial. E, é claro, a alimentação será um combustível essencial para esse período de crescimento tão intenso.

Os mil primeiros dias do bebê começam ainda dentro da barriga da mãe, quando a ingestão dos alimentos certos pela gestante garante um aporte de nutrientes necessários para que o feto tenha uma boa formação; e continuam nos primeiros 2 anos do bebê, quando ele deve ingerir alimentos especialmente adaptados para essa fase. Um deles é o leite materno, que deve exclusivo até o 6 mês de vida, e, após a introdução da alimentação complementar, mantido até os 2 anos ou mais.  É sempre importante que as mães procurem a orientação do pediatra e/ou nutricionista quando o leite materno não puder mais ser oferecido, para que ele explique sobre os riscos de se oferecer leite de vaca para crianças pequenas.

Durante o evento fiquei sabendo de algumas curiosidades, no nosso bate-papo com a nutricionista Fabiana Apis, da Danone. Seguem algumas que eu gostaria de compartilhar com vocês:

– Os alimentos que a mãe ingere durante a gestação já ajudam na formação do paladar e olfato do bebê (interessante, não é mesmo?). Depois de seu nascimento, naturalmente ela vai apreciar com maior facilidade o que “experimentou” ainda na vida intra-uterina!

– O estômago de uma criança de 1 a 3 anos é 5 vezes menos do que o de um adulto. Por isso, eles comem em menor quantidade e é importante ficarmos atentas à qualidade nutricional dos alimentos que oferecemos.

– Existem nutrientes essenciais para as crianças nos primeiros anos de vida. Durante essa fase, a construção dos ossos é muito intensa, e requer cálcio e vitamina D (que será a responsável pela fixação desse cálcio nos ossos) na medida certa. Infelizmente boa parte das crianças não tem uma ingestão suficiente desses nutrientes, assim como de ferro – e por isso se tornam anêmicas ( mais de 20% das crianças brasileiras apresentam anemia decorrente da falta de ferro).

– O ômega 3 (DHA)  também é importantíssimo para nossos filhos, pois é usado pelo organismo no desenvolvimento cerebral, que acontece de forma muito intensa e acelerada na infância.

– O risco de obesidade  em um indivíduo começa a ser estabelecido em função de escolhas alimentares feitas nos primeiros anos de vida. É nessa fase que seu corpo vai sendo moldado para ter o metabolismo que apresentará na vida adulta. É como se a criança formasse uma “caixinha de memórias” a partir dos alimentos que come – assim, até seus hormônios vão sendo produzidos de acordo com essas experiências (além, é claro, de suas preferências alimentares). Por isso, a ingestão excessiva de açúcar deve ser evitada desde o começo (porque lá na frente isso resultará em sobrepeso e outros problemas, como a diabetes).

– Alguns estudos apontam que o consumo em excesso de proteínas na infância também é um fator que está associado à programação do metabolismo para uma tendência à obesidade no futuro.

– Através de um estudo  único e exclusivo feito no Brasil, a Danone identificou as principais carências e excessos de nutrientes presentes na alimentação das crianças brasileiras e a partir disso começou a desenvolver produtos e serviços que ajudam os pais a fazerem escolhas que restabeleçam esse equilíbrio nutricional.

– A partir desse estudo, a Danone desenvolveu um composto lácteo chamado Milnutri, que visa proporcionar uma nutrição adaptada para as crianças brasileiras, com nutrientes nas proporções adequadas para a infância.  Um dos pontos identificados nesse estudo, por exemplo, é o consumo excessivo de açúcar na infância e, por isso, Milnutri é o único produto da sua categoria que não contém adição de açúcar (sacarose). Ele também conta com teores reduzidos de proteínas e sódio, justamente para ajudar na programação dessa “caixinha de memórias” para um futuro mais saudável.

Depois do bate-papo com a nutricionista foi a minha vez de falar sobre a alimentação de Catarina, e mostrar ao vivo e a cores um dos pratinhos que fiz para Catarina em um esforço para que ela se alimentasse de forma mais saudável. Eu costumo dizer que acredito que qualquer mãe pode tornar a alimentação do filho mais atrativa, sem que seja necessário um talento especial para isso. O mais legal foi ver isso na prática, pois, depois de demonstrar algumas técnicas que uso, cada blogueira convidada fez sua criação, uma mais linda do que a outra!

Conclusão: fazer os pratinhos para minha filha Catarina já era bom. Agora, entendendo todas as consequências de uma alimentação saudável para sua vida futura, e compartilhando as técnicas para que outras mães também consigam inspirar seus filhotes a comer melhor, ficou ainda melhor!

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  1. Muito legal adorei! Vou tentar um desses para o Pedro! Bjj

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