Dicas para seu filho comer o que não gosta (mas precisa!)

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Seu filho já começou a escolher o que come? Recusa-se a comer legumes, frutas e verduras? Cospe o que não gosta? Se você já passou pela situação, sabe que pode ser irritante, estressante e até preocupante, se seu filhote é do tipo que não come alimentos saudáveis de jeito nenhum!

Catarina comia muito bem, obrigada. Desde a introdução do sólidos, me deu pouquíssima dor de cabeça no quesito alimentação. Como sempre foi curiosa, a apresentação de cada novo alimento era uma festa: ela sempre queria mais, mais, mais! Até que…

Sim, o dia em que ela começou a escolher o que come finalmente chegou. Depois de 1 ano e alguns meses, comecei a perceber que não era tão fácil que ela comesse o chamado “tudo-o-que-mamãe-decidiu-que-é-saudável”. A carne, o frango, o peixe, o arroz e o feijão continuam fazendo sucesso. Mas a cenoura, a vagem, a rúcula… Bem, para essas estou tendo que lançar mão de estratégias! Claro que ter os alimentos preferidos faz parte do desenvolvimento do paladar e da individualidade de todas as crianças. Mas não dá para deixar seu filho sem comer vegetais, concorda? 

Então gostaria de compartilhar com vocês algumas dicas para facilitar a alimentação do filhote “escolhedor” (em inglês, o termo para quem faz isso é “picky eater”; se você vir escrito por aí, já sabe do que se trata). Vamos a elas:

1) Use alimentos que o filhote gosta para ajudar a comer o que não gosta.
Por exemplo: seu filho gosta de pizza? Então coloque faça uma à califórnia (com pedaços de abacaxi)! Ele gosta de panquecas? Coloque a cobertura de pedaços de morango!

2) A apresentação do prato também conta.
Você prefere comer um prato bonito? Pode apostar que seu filho também. Fazer bichinhos, bonequinhos e etc com os alimentos pode facilitar a aceitação pelo filhote. Vale a pena dar uma olhada no site Meet the Dubiens, lá tem receitas e ideias incríveis (as fotos abaixo são de lá).

3) Não anuncie novos alimentos. 
Quer que seu filho NÃO experimente kiwi? É só dizer que hoje ele vai comer uma fruta diferente de sobremesa (na cabeça dela a tradução é: “arrgg… deve ser horroroso, melhor passar longe”). Se seu filho ainda é um bebê que mal fala, aposto que ele já entende isso, viu? Acho que a melhor estratégia é primeiro ele come, depois você valoriza o feito.

4) Dê o exemplo.
Claro que depois de completar 1 ano seu filho vai reparar no que mamãe e papai comem. Não adianta querer que ele adore brócolis se só ele come na casa. No fundo a gente sabe isso, mas finge que não sabe (eu estou tendo que mudar meus hábitos, pois para comer fruta sou difícil… Ok, Catarina, você trouxe mais uma forma de deixar a vida da mamãe melhor!).

5) Explique a importância. 
Eu sou favorável a conversar, respeitando o entendimento da criança. Com pouca idade, seu filho não entenderá a importância dos aminoácidos essenciais. Mas pode entender que comer só macarrão não vai deixá-lo forte para ganhar a corrida na escola.

6) Mude a forma.
Se não teve conversa, você já tentou de tudo e ele não come pedaços de vagem, faça um purê com ela. Com o binômio Catarina-vagem, funciona assim. Conclusão: ela não acha o gosto da vagem ruim, mas não aceita em pedacinhos. Então que coma em forma de purê! Se você reparar bem, com a gente essas coisas também acontecem. Eu não como abóbora em pedaços na comida, mas como purê de abóbora (ou doce de abóbora, ou molho de abóbora).

7) Distraia.
Está difícil convencê-lo a comer couve-flor? E se na colherada da dita cuja você mostrar o passarinho lá fora?  Ou a menina do livro (“que aliás, ADORA comer legumes, viu, filha?”). Com um pouco de distração, tudo fica mais fácil.

E você, tem alguma tática de mãe para ajudar na alimentação? Conta pra gente! (Fiz algumas mudanças e aparentemente está mais fácil postar os comentários!)

Quer ler mais sobre alimentação? Clique aqui.




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