Linguagem Dunstan (traduzindo o choro do bebê)

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Imagina a cena: são dez horas da noite, depois de um dia exaustivo repleto de trocas de fralda, de roupa, amamentação, e seu bebê começou a chorar há meia hora, sem parar. Você já tentou amamentá-lo novamente (mãe sempre acha que é fome, normal), viu se a fralda estava suja (e não estava; mas por via das dúvidas você também trocou), pensou que pode ser cólica, ou que ele está com sono. Tentou de tudo, mas ele continua chorando. Até que o bebê arrota e pára de chorar instantaneamente! Aí você pensa: por que esse bichinho aqui não veio com tradutor de choro?

E por falar em tradutor do choro, você já ouviu falar na Linguagem Dunstan? Trata-se de uma teoria criada pela australiana Priscilla Dunstan, de que os bebês de 0 a 3 meses se comunicam através de sons reflexos (ou seja, não aprendidos e que por isso independem da língua materna dos pais). Seriam 5 sons que expressam fome, cansaço, necessidade de arrotar, gases e desconforto (de outra origem) e que o bebê emite antes de começar a chorar desesperadamente. E quanto mais rápido os pais responderem a essa necessidade, seja através da amamentação, colocando-o para dormir, para arrotar, ou aliviando seu desconforto, menos choro e maior conforto para o bebê.

De acordo com a linguagem Dunstan, os 5 sons básicos são:

– Neh: significa estou com fome

– Owh: significa estou cansado

– Heh: significa estou desconfortável (pode ser uma fralda suja, calor ou frio, por exemplo)

– Eairh: significa estou com gases (seria o caso de fazer uma massagem para aliviar o bebê)

– Eh: significa preciso arrotar

Sei que ainda está muito difícil de imaginar como são esses sons, não é mesmo? Então só mesmo assistindo a alguns bebês! Para aprender a linguagem Dunstan, há um DVD que ensina a técnica (atualmente já disponível no Brasil), mas existem alguns vídeos na internet que dão uma ideia para as mães interessadas; vejam alguns links com exemplos bem práticos:

Eu não pude comprovar na prática se a técnica funciona (ela só valeria para bebês de até 3 meses, pois depois disso a linguagem do bebê passa a ser particular, aprendida, e não reflexa e universal), pois quando a conheci a Catarina já tinha 6 meses (também nessa idade já fica bem mais fácil entender o que o bebê quer; o difícil mesmo são os primeiros meses). Mas quem sabe não fica a dica para as mães de bebês “recém saídos do forno”?

Você tem um bebê recém-nascido? Que tal assistir aos vídeos dos links e contar pra gente se funciona mesmo? E se você quiser ler sobre outras novidades já publicadas, clique aqui.




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Comentários (1)

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  1. Borogodó Boró disse:

    Vou lembrar disso para quando a minha princesinha chegar 🙂

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